sexta-feira, 31 de março de 2017

|Balanço| Março, Mês de Renovação

O último dia de março. Hoje é dia de balanços. Criei objectivos para este mês que não foram atingidos. Talvez por isso acabe este mês com mau humor... só metade do dia, a outra não permite que assim fosse.

Tinha colocado como meta para estes 31 dias que chegasse ao fim deles com 64 kg, mas o mínimo foi 65.5 kg. Outro dos meus alvos eram 10 000 visualizações deste blog, mas ficámos pelas 8 000. Aproveito para agradecer a todos os que me acompanham neste espaço. Este diário online já conta com mais de 25 000 visualizações. Nice!

Março também foi mês de pinturas no quarto do Gui e de várias consultas... oftalmologista, dentista, ginecologista, médico de família... em termos gerais, tudo em ordem. O meu colesterol melhorou. A minha tiróide mantém-se nos parâmetros desejados, com a medicação. O ferro está na conta certa. Eram três dos aspectos mais problemáticos.
No dia de Cinzas há seis anos atrás.

Mas este mês foi repleto de eventos:

  • abriu com a data de aniversário do meu avô materno, que muito marcou a minha vida. Nem sempre consegui ver o seu lado de amor, mas foi presente na minha história. Já não está entre nós para lá de uma década. Talvez pela distância, se calhar pela maturidade... hoje olho para ele com outros olhos; 
  • 11 dias depois foi o aniversário da minha tia/madrinha, que passou o seu primeiro aniversario no lar, tendo o anterior sido vivido no hospital, após um acidente de aviação... o que aperta o coração, o dela, de certo, e o nosso;
  • dia 15 comemorou-se o aniversário do meu irmão, 45 anos... oito mais velho do que eu. Ups, acho que estamos a ficar... cheios de experiência; 
  •  a primavera, segundo o calendário, já começou... amo a natureza nesta época do ano... não sei se é por ter nascido nesta estação, ou simplesmente porque sou das pessoas que gosta da transformação interior e a Primavera espelha uma transformação que começa de dentro para fora, renovando os ramos das árvores, fazendo crescer novas folhas, novas flores...;
  •  mudámos de horário. Os relógios giraram o ponteiro para trás, uma hora... agora vivemos na hora de verão... que bom;
  • para além de outros dias institucionalizados, celebrámos o dia da mulher... uns contra a comemoração, outros a favor; trocas de mensagens; imagens a propósito nos perfis das redes sociais... não sei se mudou alguma coisa... não sei se realmente se celebrou qualquer coisa de especial, ou foi só mais um dia no íntimo de cada um;
  • com o março iniciou-se a quaresma, época religiosa da Igreja Católica, em que se vive a preparação para a Páscoa, com jejum, com sacrifício, com oração...;
  • e, por fim, mês do dia do pai, e no qual recebi a notícia que ele encontrou novo amor. Continua apaixonado pela psicanálise e agora enamorado da sua Ana, Fabiana.
Que mês cheio! Que mês de renovação! Gosto de março... mas abril!?!? Amanhã, começa. Até lá!


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quinta-feira, 30 de março de 2017

|A Mulher do 31| Mulher Prevenida vale Por Duas

O Guilherme cresceu... deu um pulo... as t-shirts ficam-lhe acima do umbigo quando levanta o braço; as meias ficam com o calcanhar na sola do pé; as calças do pijama pelas canelas... Ele é dos miúdos que não se queixa, não diz nada. Vai para a escola com calças rotas e camisolas com buracos, porque eu não me dei conta, e ele vestiu sem prestar atenção também.
Foto: Ana Filipa Oliveira/Janeiro 2011
O Gui bem equipado para fazer face ao frio e o ao sol em Janeiro de há seis anos.

Existem fases nas nossas vidas que nos apanham de surpresa. Por vezes há momentos que não nos avisam que vão entrar porta a dentro. Ou talvez nós não consigamos ouvi-los bater à porta, ou a chegar, lá no caminho. Quando menos esperamos, estão ali, diante de nós.

Mulher prevenida vale por duas. Contei-vos este episódio cá de casa, mas também poderia falar de tantas outras situações, e que nada teriam a ver com bens materiais. Mas fiquemos por eles. Qual a mãe que não gosta de ver os seus filhos bonitos e aconchegados? Qual é a mulher que não gosta de ver o seu marido bem arranjado e cuidado? Para isso há que existir uma ocupação anterior com as roupas, os cuidados... dos nossos filhos e marido, certo? [Parece que já estou a ouvir algumas a resmungar, mas de mim ninguém cuida!! E ele é crescido, cuide ele da roupa dele!! - confesso que nos momentos em que as hormonas falam mais alto do que tudo o resto também me saem estas frases.]

Não ter medo do que vem, porque se está preparado, traz muita paz ao nosso coração, ao nosso lar. Não se preocupar com a chegada do inverno rigoroso, da neve, do muito frio, da chuva incessante... porque já se preparou tudo de antemão, transmiti-se depois em calma e serenidade para o viver. E alegrar-se porque a sua família está bem protegida e pode assim desfrutar das suas maravilhas (eu sei que querem o verão, e estão fartos deste tempo, mas o tempo de chuva também tem o seu lado belo... vejam como se alegram as crianças, com as suas botas de borracha, saltitar nas poças de água que se formam no chão!?!?)

A Mulher do 31 é uma mulher prevenida, que com antecipação cuida da sua família. A Mulher do 31 gosta de dar o que há de melhor qualidade aos seus. A Mulher do 31 aprecia vê-los cuidados e protegidos. A Mulher do 31 não teme, não se preocupa... porque é como a formiga da história A Cigarra e a Formiga, no bom tempo reúne o que é necessário para fazer face ao mau tempo. E assim passa por ele com calma e sem sobressaltos.


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A Cigarra e a Formiga é uma das fábulas atribuídas a Esopo e recontada por Jean de La Fontaine em francês. Wikipédia

quarta-feira, 29 de março de 2017

|Motivação| Simples e Vulgar

Foto/Design: Ana Filipa Oliveira
ba·nal adjectivo de dois géneros1. Quesendo pertencente ao senhorestava à disposição do público mediante retribuição.2. [Galicismo]  Trivialcomumvulgar.

"banal", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/banal [consultado em 29-03-2017].


"Coisas Banais" era o nome do blog que me acompanhou durante anos. Era banal, porque escrevia sobre coisas triviais, comuns, vulgares... não daquela vulgaridade barata e promiscua... Era banal, porque não tinha inventado nada de especial, não tinha criado nada de novo... apenas partilhava a minha perspectiva sobre aquilo que é comum à maioria dos mortais.

Ainda hoje gosto de escrever sobre coisas banais, porque as acho belas. São simples e interligam-nos, porque todos as conhecemos... e mesmo assim cada um tem sempre algo de diferente a acrescentar... são essas partilhas... esses ângulos... que me fascinam nas coisas banais. É a diversidade na unidade.

Que possamos todos ser simples e vulgares (banais), porque o mundo está cheio daqueles que gostam de complicar, de chegar à perfeição, de se mostrar muito especiais... quando na verdade somos todos de carne e osso, e no final, a maior banalidade, é que morremos todos e iremos todos voltar ao pó.

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segunda-feira, 27 de março de 2017

|Aprendizagem| 7 Modos Didácticos de Usar os Legos

Foto: Ana Filipa Oliveira/ Marco de 2011
O Guilherme sempre gostou de Legos, mas raramente brincou construindo segundo a sua criatividade (uma das excepções foi a construção que aparece no fotografia). Sempre preferiu seguir um livro de instruções. E talvez lhe faltasse estimulo para criar segundo a sua imaginação.
Muitas vezes penso que damos tantos brinquedos aos nossos filhos sem que usemos cada um até ao máximo das suas possibilidades. Recolhi algumas sugestões de uso didáctico destas peças famosas nomeadamente na preparação para a Escola Primária.


  • Aprender a contar: contar um bloco de peças
  • Aprender a medir: fazer um bloco de peças e colocá-las ao lado dos objectos que queremos medir
  • Aprender as cores: dividir as peças por cores
  • Aprender arquitectura: construir uma casa
  • Aprender a resolver operações matemáticas: somar ou diminuir peças, dividir por grupos
  • Aprender as simetrias: formando imagens simétricas com as várias peças
  • Aprender a formar padrões: criar imagens repetidas de várias cores 



Mas hoje em dia já há quem use as peças de Legos para muitas outras utilidades: candeeiros, chaveiros, próteses para animais... até em adulto podemos dar asas à imaginação e dar uso aos velhos amigos da infância. Mãos à obra!... ou ao Lego.

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domingo, 26 de março de 2017

|Infância| Amanhã, dia de infantário... não, não, não

Ao ler alguns dos blogs de mamãs, que proliferam na web, tive vontade de partilhar a minha experiência... não como mãe, mas como filha... as idas para o infantário e o desejo delas não acontecerem.
Eu bem me lembro de fazer uma choradeira... não com cinco ou seis anos!!, pois até essa idade eu estava num infantário que era um lar para mim. Chorava, com o peito apertado de angústia, depois disso. Quando entrei para a escola primária, passei a frequentar uma associação de tempos livres. Nessa época, recordo-me como queria ir sempre para o trabalho dos meus pais... ir para a vizinha... mas menos para essa instituição. E essa fase foi prolongada.
A minha ama, que cuidou de mim em bebé até ir para o infantário e que de vez em quando ia-me levar e buscar a essa associação... ainda hoje me recorda que eu parecia o Pierrot, com a cara triste e a lágrima a escorrer, colada ao vidro da porta da sala, que dava para a rua.
Lembro-me bem do dia em que a associação fora assaltada. Ainda andava na escola primária. Nesse dia a minha ama foi-me buscar à escola e fiquei com ela na sua casa. Ai como desejei que a associação fosse assaltada mais vezes, muitas vezes, de preferência todos os dias!
Lá para o sexto ou sétimo ano comecei a ir apenas almoçar e passar poucas horas nessa instituição, em que me mantinha inscrita... lembro-me de uma educadora, apesar de ser uma situação acordada com os meus pais, dizer-me, com um certo ar, que aquilo não era nenhum hotel. Foi o último ano. Depois passei a ficar em casa sozinha. Ou melhor, primeiramente com o meu irmão.
Tenho recordações desses momentos, em que desejava tudo, menos ir para o infantário. Mas nada que me tenha matado. Estou viva, aqui, e feliz. Mas acredito que, como adultos, precisamos vigiar, para que aquilo que está na raiz, não deixe marcas. É bom observar para perceber se essa choradeira não é sinal de algo que a criança não consiga verbalizar.

Na terra da minha avó com cerca de dois anos...
Design: Canva.com

No meu caso, à distância, sinto que essa choradeira e mal estar interior, uma espécie de angústia, tinha a ver com vários aspectos, mas os predominantes eram:

  1. eu tinha vindo de um infantário em que tudo era pequeno, e todos nos conhecíamos bem, as educadoras eram muito carinhosas... e na instituição, para a qual não queria ir, era um espaço com muitas salas, muitas educadoras, muitos meninos... e eu sentia-me como se não fosse vista, não fosse acarinhada... mas na verdade era apenas a diferença da passagem de uma instituição para outra;
  2. eu tinha pouca confiança em mim, apesar de parecer o contrário, e nessa instituição não me sentia apoiada como na anterior, tinha a sensação que as educadoras preferiam todas as outras meninas do que a mim, que abraçavam mais as outras meninas do que a mim, que davam mais sorrisos e atenção às outras meninas do que a mim...;
  3. eu não falava acerca do que sentia, e no trabalho dos meus pais era paparicada, e sentia-me vista pelas pessoas, sentia-me acarinhada e sentia-me segura perto deles...
É incrível, nunca falei com eles sobre isto... mas veio tudo ao de cima ao ler tantas mães com o coração apertado por deixarem as suas crias a chorar, e a pedirem para que não as deixem. Às vezes pode ser apenas uma questão de adaptação... mas em qualquer dos casos, o mais importante é falar-se sobre isso. Não apenas acarinhar, e dizer que vai ficar bem... sobretudo falar para perceber o que a criança sente e desvendar a raiz de tal comportamento. Pode não ser nada, e pode ser qualquer coisa. 

Boas entradas na semana que nos bate à porta!

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sábado, 25 de março de 2017

|Motivação| Vive de Recordações, Não de Arrependimento

Foto: Ana Filipa Oliveira

Foto: Ana Filipa Oliveira

Tenho saudades deste movimento, desta luz (mesmo em dias mais cinzentos), o rio, o barulho... sempre que regressamos a Portugal temos de vir aqui. É um lugar que para alguns deve ser banal... ou porque trabalham no centro comercial ou na Vodafone... ou porque passam por aqui a caminho do trabalho, da faculdade, ou de casa... ou porque está a minutos, e isso torna-o pouco valorizado. Damos sempre mais valor ao que está longe... e, para mim, para nós, o Parque Expo e o Centro Comercial da Vasco da Gama passaram a estar longe, mas sempre ressuscitando sentimentos de proximidade... dos dias que aí vivíamos, que aí passávamos, que era para nós também banal, um passeio nessas ruas.
É bom aprender a valorizar o que está perto... nunca sabemos se será para sempre, por muito tempo ou por um instante que está à distância de uma pequena viagem de carro... escrevo acerca de um lugar, mas poderia fazê-lo sobre uma pessoa, ou pessoas... Dá valor enquanto o podes dar. Que vivamos de recordações, e não de arrependimento!

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quinta-feira, 23 de março de 2017

|A Mulher do 31| Estender as Mãos

Foto: Ana Filipa Oliveira

Quando vivemos em piloto automático, fazendo o que é próprio da nossa rotina, tentando despachar aquilo que é para fazer... raramente estamos despertos para o que se passa à nossa volta. Se vivemos nesse corre corre, nesse frenesim, torna-se quase impossível apercebermos do estado das pessoas ao nosso redor. Para nos darmos conta do que se passa à nossa volta e do estado das pessoas ao nosso redor precisamos, sem dúvida, estar atentas e sensíveis.
Por vezes há pessoas com muitas posses, ou com um estatuto que nos afasta o pensamento de que estejam a necessitar de algo. Por vezes há pessoas com um sorriso rasgado, com o qual escondem um coração em pedaços. E tantas vezes nós não temos a sensibilidade para notar isso mesmo.
Quando pensamos ajudar os pobres, os necessitados e os aflitos, pensamos em dar dinheiro. Mas muitas vezes a pobreza, a necessidade e a aflição são de outra ordem... mesmo quando o que lhes falta é dinheiro.
Das reportagens que já vi, e dos testemunhos pessoais que já ouvi... mesmo o pobre de rua, ao qual lhe falta dinheiro para ter um tecto, para comprar roupa e tristemente para fazer face as necessidades básicas, como comer... mesmo esse, o que lhe faz abrir-se um sorriso no rosto e que lhe aquece o coração é o carinho daqueles que noite após noite deixam o seu conforto para lhes distribuir comida e agasalho, e que se dirigem ao ser humano que ali está, digno de consideração como qualquer outro ser... não vêem o sem abrigo, mas o António, o José, o Manel... e a Maria, que ser sem abrigo não é só um caso masculino.
A Mulher do 31 é mulher de boa vontade. É atenta às necessidades à sua volta, do foro monetário, psicológico, emocional... e é generosa, oferecendo o que de melhor tem... a sua mão para acarinhar, a sua mão para trabalhar, a sua mão para oferecer...

Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, um dia saberá. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.

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|Motivação| Ultrapassar as Barreiras

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A maior parte de nós tem tudo para ultrapassar os obstáculos, com os quais se depara no seu percurso. Mas uma grande parte de nós fica assustada perante esses desafios. Eu fico. E tu?


Sendo mãe de um rapaz em idade escolar e vivendo num país estrangeiro, deparei-me ao longo destes oito anos com pequenas barreiras, não só linguísticas e culturais, como pessoais, do meu íntimo, do meu carácter... que ao enfrentá-las, também tive de enfrentar os meus fantasmas interiores, que teimavam em se fazer gigantes dentro de mim, e levar-me ao insucesso.

Posso confessar-te que apesar de me sentir relativamente à vontade com a língua e a cultura ainda hoje sinto uma certa dificuldade em participar nas reuniões e festas da escola do Gui... sobretudo aquelas em que conviver com os outros pais é obrigatório. Mas, como digo ao nosso filho, corajoso não é aquele que avança sem medo, é aquele que apesar do medo avança. E é o que faço. Com o estômago embrulhado lá vou eu... calada... observadora... e, por vezes, lá arrisco uma palavra, uma aproximação... outras vezes, fico num cantinho a ver o ambiente, à espera que o tempo passe...

Quando olho este exemplo... penso como a força interior pode alterar tudo, até as limitações físicas e as circunstâncias exteriores. Mas tudo começa na mente, no interior. Toda a transformação é de dentro para fora, toda a acção nasce primeiro no íntimo de nós. 

Na próxima actividade que for convidada a participar quero ter presente este menino. Irei com a mesma garra e determinação que ele. Vou olhar à minha volta e procurar aquilo que me ajuda a vencer. Vou tentar, tentar... até conseguir. A vitória é daqueles que, apesar dos erros, continuam no caminho!

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quarta-feira, 22 de março de 2017

|Motivação| Aumenta a Dose de Amor

Fonte Desconhecida

O melhor remédio para quem? Quem é que está doente? Eu? Então preciso que me dêem amor e carinho, e se continuar doente, que aumentem a dose. Mas isso não está nas minhas maos, certo? Não posso exigir a ninguém que me dê amor e carinho, e me dê nas doses gigantescas, que eu possa vir a precisar, caso esteja muito doente, concordas? 


Talvez este médico sábio quisesse dizer que o melhor remédio para as nossas doenças é dar amor e carinho aos outros. E se não funcionar, quer dizer, se não melhorarmos, então que aumentemos a transfusão de amor e carinho aos outros.
Na verdade quando damos, recebemos muito mais em troca. Não achas? E acabamos por rejuvenescer. Eu não sei como é contigo, mas comigo funciona assim: quando faço bem a alguém e vejo isso com os meus olhos, então parece que carreguei as minhas baterias para mais um mês de viagem. Lembro-me bem como vinha do IPO cada vez que ia fazer ali voluntariado. Ainda hoje, e já lá vão uns bons anos, me lembro das pessoas, das histórias, dos sorrisos, dos olhares... e do coração cheio com que saía de lá.

Mesmo que o médico sábio fale connosco sobre a doença de outra pessoa e nos indique a nós o que ela deverá tomar, a responsabilidade da acção fica nas nossas mãos. Ao darmos carinho e amor aos outros não só fazemos bem a nós, como fazemos bem àqueles que os recebem. É como se fosse um círculo que se auto alimenta. Se damos aos outros e os outros a nós, não temos falta de carinho e amor, e não adoecemos. Pensas como eu?

Então, vamos lá espalhar amor e carinho por onde quer quer coloquemos os nossos pés. Tem um bom dia!


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terça-feira, 21 de março de 2017

|Motivação| Dar às Asas

Como está agora os teus ombros? Tensos? Descontraídos? Respira fundo e apercebe-te em que estado se encontra o teu corpo? ... 

Muitas vezes dou comigo com os ombros quase nas orelhas de tão tensos, comprimidos... respiro fundo, e penso "Está tudo bem. Descontrai." e eles voltam ao seu lugar. Mas se for preciso, passado pouco tempo... lá estão eles novamente a subir, as costas a arquear... e eu sentir-me com os movimentos presos e cansada. 
Estar atenta ao nosso corpo torna-se uma óptima porta para a compreensão de nós mesmos. Este veículo, que nos transporta, dá-nos sinais importantes para percebermos o que vai bem, ou mal, com ele... e, sobretudo, com a nossa alma.
O nosso peso nas costas pode ser as nossas asas paradas. Por vezes, nós prendemos as nossas asas e perguntamo-nos porque é que não voamos. Estranho, não é?! Por vezes, pensamos que já não é o tempo, que já passou a hora, que não temos capacidade, que estamos velhas, que ninguém dá conta... e ficamos paradas... com dores nas costas... em terra... sem levantar voo.

Este ano decidi que era o ano de levantar voo. Abro os braços ao novo, tiro o peso das minhas costas e dou às asas...

E tu?


Foto: Ana Filipa Oliveira

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segunda-feira, 20 de março de 2017

|Motivação| Tu És Amada



Nunca te sentiste uma cachorrinha a pedir migalhas de atenção, carinho, amor...? Alguma vez pensaste como gostavas de receber um pouco mais do que te têm dado? Será que já olhaste para os teus dias e veio à tua mente que os estavas a desperdiçar... que parece que ninguém te dá importância, que tu estás fraca, que vais desistir...?

Pois, se assim é, acredita que esses sentimentos e pensamentos te afastam da vida abundante que podes ter. Muda a tua mente e a tua vida mudará. Acredita que és bonita, amada, necessária, que estás viva por uma razão, que és mais forte do que pensas, que vais ultrapassar isso, e que há alguém feliz por tu estares viva. Persiste!

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domingo, 19 de março de 2017

|Wii| Ficar em Forma com Consolas

Foto: Ana Filipa Oliveira
Ainda é uma luta. Quero que venha a ser um prazer, mas ainda é com grande esforço que faço exercício físico. Por isso arranjo maneiras de me convencer a fazê-lo, e normalmente isso passa por me distrair enquanto o faço. 
Bem, é mais ou menos a mesma técnica que usamos com os nossos filhos quando queremos desviar a atenção deles da dor de uma queda ou do medo perante algo. Se eu estou ocupada mentalmente com algo, que me desligue do facto de estar a esforçar-me, então consigo fazer mais do que se estiver apenas focada em que estou a exercitar-me fisicamente. Aliás, isso já não é novidade para vocês que me seguem aqui. Lembram-se do texto |Confissão| Eu e a Minha Bcicleta?!
Tentei várias vezes com a Wii... mas faltou-me, e falta-me, a disciplina. É divertido e realmente trabalhamos os  nossos músculos. Tínhamos a Wii há pouco tempo e entusiasmei-me com o jogo de ténis... no dia seguinte não aguentava com dores nos braços. 
Não é só com o exercício físico, também com a manutenção da casa é a mesma coisa. Quando inicio até me empenho e faço com alegria, mas aquele passo... o primeiro passo... esse impulso, essa motivação, esse estimulo... caramba! Faz-me falta, muita falta. Teoricamente sei o que fazer e como fazer, mas colocar isso na prática... parece uma tarefa monstruosa. Serei a única a ter esta dificuldade? Como fazem vocês para ultrapassar esta fase?

[Esta semana fui muito indisciplina, tanto na quase ausência de exercício físico, como na alimentação, sono e água. Mas o mais importante é, apesar de uma semana menos boa, continuar a caminhada. Desistir está fora dos planos!!! Dizem que sou teimosa... pelo menos, que me sirva a teimosia para algo bom.]

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|Receita| Panqueca de Aveia

Design: Canva.com
Esta receita é maravilhosa, porque é rápida, saudável e variável. Aprendi-a depois de ter a Mariana e tem substituído o famoso pequeno almoço de pão com manteiga e leite com café. Para quem precisa de comer no caminho para o trabalho, ou quando lá chegar, pode-se levar num caixinha. Ora aqui vai a receita.

Ingredientes

Flocos de Aveia
Ovos
Banana, Canela, Mel, Chocolate, Doce, Manteiga de Amendoim ou qualquer outra cobertura, conforme o gosto de cada um

Preparação 

Misturam-se cinco colheres de sopa de flocos de aveia com dois ovos. Bate-se bem para a panqueca ficar fofinha.
Enquanto isso coloca-se uma frigideira anti-aderente a aquecer, e quando estiver quente, deita-se a mistura.
Vira-se uma vez. E já está.

Depois pode-se colocar por cima o que se gostar mais: mel, fruta, doce...
Bom apetite!


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sábado, 18 de março de 2017

|Motivação| A Gente é Só Passageiro prestes a Partir

Eu confesso: sou daquelas pessoas que não vê todos os vídeos que lhe mandam. Normalmente deixo para depois e esse depois não chega. Mas este vídeo, vi-o e repeti-o, e volto a vê-lo... e agora a partilhar, porque é apaixonante. Eu amei. A voz é doce e de embalo. A letra é maravilhosa e tão realista. E as imagens são ouro sobre azul. Esta composição de voz, letra e imagens está imperdível!

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sexta-feira, 17 de março de 2017

|Motivação| Ninguém é Igual a Ti, Esse é o Teu Poder

Ninguém é igual a ti e esse é o teu poder.

Ninguém ao cimo da terra tem o teu DNA, a tua impressão digital. Tu és única. E isso é que faz de ti poderosa. O teu poder é seres tu mesma, porque não há absolutamente ninguém que seja aquilo que tu és. Escusas de procurar em livros, em pessoas, em acontecimentos... o teu poder está em ti, vive em ti. Se tentas ser outra pessoa tornas-te fraca, perdes a tua força, o teu poder. Guarda-o. Preserva-o. Não o entregues a ninguém, acreditando mais nela, querendo ser mais igual a ela... tu és singular. E a tua singularidade é o que te dá poder. Mostra-te como tu és. Atreve-te a ser autêntica. E a acreditar em ti.

Lembra-te: Ninguém é igual a ti e esse é o teu poder.

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quinta-feira, 16 de março de 2017

|Receita| Abóbora Hokaido às Fatias

Desconhecia que havia vários tipos de abóboras. Para mim todas as abóboras eram iguais às que via na minha avó: grandes, gordas, pesadas... Mas foi com outro tipo que provei esta receita e gostei muitíssimo, tendo nos últimos tempos repetido, repetido, repetido. Usei a abóbora hokaido, que parece também ser conhecida pela abóbora japonesa.

Foto: Ana Filipa Oliveira


Cortei a abóbora às fatias. As sementes deitei-as fora, mas a casca ficou.

Num tabuleiro de ir ao forno, já forrado com papel de manteiga, espalhei-as sem as sobrepor. Temperei com ervas da província, pimenta e sal.

Por fim reguei com azeite.

Certifiquei-me que todas as fatias tinham sido temperadas de um lado e do outro e coloquei, então, o tabuleiro no forno pré-aquecido a 250 graus.

Deixei mais ou menos 30 minutos para ficarem bem "queimadinhas".

Delicioso! E low carb.

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|A Mulher do 31| Com as Próprias Mãos

Quando eu era pequena vesti algumas camisolas e casaquinhos e lã que a minha mãe fazia... com as suas mãos, o seu tempo, o seu empenho... o seu amor. Ainda vesti alguns vestidos que era própria fez... escolheu o tecido, tirou-me as medidas, fez os moldes, cortou o tecido e costurou-o. E eu amava vestir aquilo que a minha mãe fazia... era tão aconchegante trazer no corpo a dedicação da minha mãe!!!
Os meus filhos já vestiram peças que a avó fez. E o Guilherme, depois de ver que eu tinha feito uma blusa para mim, perguntou-me se eu poderia também fazer uma para ele. Estou certa que a levaria ao peito com muito orgulho para todo o lado... porque bem lá no fundo, quando assim é, vestimos mais do que o tecido que temos no corpo... vestimos o calor dos abraços, a ternura dos beijos, a doçura de adormecer nos braços, as risadas vibrantes dadas em conjunto... transportamos o nosso mundo, o mundo tecido em conjunto entre mãe e filho.
A Mulher do 31 faz de boa vontade, com as suas próprias mãos, o que está ao seu alcance para cuidar da família. A Mulher do 31 prepara com antecipação o que é necessário para o bem estar dos seus entes queridos. A Mulher do 31 prefere fazer do que mandar fazer ou comprar feito. E tudo isto com talento e delicadeza.

Foto: Ana Filipa Oliveira
A primeira peça de roupa feita por mim.


Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, um dia saberá. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.

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terça-feira, 14 de março de 2017

|Portugal| Galão e Natas

Foto: Instagram @amulherdo31
Quem segue A Mulher do 31 pelo Instagram deve reconhecer esta partilha de hoje.

Como já vos contei guardo muita coisa e estou em vias de me desfazer de muitas delas... ao folhear as inúmeras revistas que tenho cá por casa, dei-me com esta página que remonta a Setembro de 2010. Trata-se de um artigo acerca dos ideais de vários países.

Interessante! Há poucos dias atrás lia um blog de uma mamã alemã, que está a passear com a sua família em Lisboa, e lá estava ela a falar do famoso galão e das natas.

Na lista de post que gostaria de escrever estava este... a grande diferença que senti quando há oito anos viemos para a Alemanha: a cultura portuguesa do café.

Habituada a não pensar duas vezes antes de me sentar num café para tomar o pequeno almoço, lanchar ou apenas beber um expresso... deparei-me com uma realidade muito diferente... não só em termos de preços, um expresso aqui é por volta de dois euros e não sabe nada bem, como da praticamente não existência dos cafés nos moldes que estava habituada.

Neste país que nos acolhe existem sobretudo três modelos de cafés, que poderiam substituir o nosso, mas que não são iguais a ele. Um é a padaria, outro é a gelataria e, por fim, o café. Já passo a explicar.

Quando na Alemanha vamos a uma padaria temos uma diversidade imensa de pães: pão de batata, pão de cerveja, pão com sementes... e também de papo secos. O pão é o rei deste tipo de comércio, embora normalmente ao lado haja uma montra de bolos. Aliás esta loja chama-se padaria, e não pastelaria, apesar de existirem (em menos quantidade) as confeitarias que são, digamos, apenas cafés de bolos, chocolates, bombons... Tanto nas padarias como nas confeitarias servem café, cappuccino...

Nas padarias existem mesas, algumas apenas têm um ou duas... e são maioritariamente os idosos que as ocupam. Encontram-se entre eles e convivem um bocado. O alemão, que trabalha, passa de manhã para comprar o seu pão, ou sandes para o almoço, e não fica. Os jovens devem ter outros locais preferidos ou economizam esse gasto.

Depois existem, por estas bandas, as gelatarias que acabam por fazer o mesmo efeito na vida dos alemães que o café na dos portugueses, mas mesmo assim... Quer de inverno, quer de verão, as gelatarias (às paletes por aqui) estão cheias. No verão as suas esplanadas transbordam de gente a deliciar-se com as enormes taças de gelados. Também aqui servem café, cappuccino...

O terceiro modelo é o café em si... e o mais semelhante ao estilo português, diria eu. Destaco o Cafe New York e o Cafe Extrablatt (têm imagens para poderem avaliar!!). Tanto num como noutro também servem refeições. Digo que se assemelha, porque têm imensas mesas e espaço, e barulho das pessoas a circular e a falar, e onde podemos ficar por muito tempo, que não nos sentimos constrangidos por sermos quase os únicos. E estes já são frequentados muito mais por adultos jovens. Só que... falta-lhes aquela imensa montra de vidro repleta de bolos, folhados e afins. Falta sermos servidos ao balcão. Falta um empregado a gritar para o outro do lado de trás da montra. (Sobre tema semelhante já escrevi AQUI. Aproveita e lê!)

Mas passados oito anos já me habituei... a gozar do café, do nosso café, cada vez que vou a Portugal... e gozar da padaria, e da gelataria, e desta café, enquanto aqui estou. O melhor de dois mundos! Ah, e raramente tomo galão e como natas. E vocês?

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domingo, 12 de março de 2017

|Minimalista| Largar... Ficar com o Mínimo

Foto: Ana Filipa Oliveira
Destralhar... Deitar a tralha fora. O acumular de várias coisas cá por casa já me incomoda... e olhem que eu sou a que mais tralhas tem, admito. Sou daquelas pessoas sentimentais... guardo tudo porque me lembra algo, porque me foi dado por alguém especial, porque acho que ainda vou usar, porque... mil e uma razões para guardar.
Nesta imagem vêem uma das minhas tralhas. Saltou comigo de casa em casa... e já é minha companhia há mais de trinta anos. Mas tal como estas pequenas coisas há muitas mais cá em casa. Papéis às carradas, livros às paletes, revistas... um mar delas, tecidos, pincéis, canetas, lápis, cadernos, agendas, diários, fotografias, bijutarias... sei lá o quê.
Só que já começo a sentir um certo incómodo. Estou a precisar de mais ar, percebem?! Parece que estas tralhas, pouco a pouco, estão a asfixiar-me. Por outro lado, sinto dificuldade em pegar nelas e levá-las ao lixo, fazê-las desaparecer, destrui-las. (Acho que isto dava umas belas sessões de psicanálise! 😏 ) Há por aí alguém com o mesmo síndrome do apego?!
Será um medo? Um vazio que pretendo preencher? Qual? E para quê?? Será que a minha vida actual não é suficientemente cheia e rica para ter que estar agarrada ao passado? Quais são as minhas inseguranças, para estar agarrada a estas coisas? Porque me deixo prender por elas? Qual a solução? Estas são tantas e tantas perguntas que me coloco para saber a raíz deste apego. Entre nós... ainda não cheguei a uma conclusão, mas estou certa que o desapegar tem de estar para breve, pois assim já não há quem (me) aguente.
Andei a vasculhar algumas maneiras de dar a volta, quando a mente me começar a criar um laço e eu não conseguir ir em frente. Se ela me vier com:

  • tem valor sentimental, hei-de-lhe responder: "mas a minha casa não é grande o suficiente para ser um museu dos meus objectos de valor sentimental - não há espaço para tanto sentimento!!!!"

  • foi um presente: "pois é, mas o presente não é a pessoa. Ela deu-me o presente, e eu faço com ele o que quiser. Dado é dado. Se mandar para o lixo, mando o presente, não a pessoa. Sem culpas! Talvez quem deu já nem se lembre, e até mesmo que se lembre, concordaria com a nossa missão de lhe dizer adeus."

  • foi caro (ou não usufrui o que podia usufruir do investimento): "até pode ter sido, mas guardá-lo não traz o dinheiro de volta, e só causa complicações, acumula pó e ao vê-lo sinto culpa, por ainda não ter feito o que queria com ele."

  • é um desejo de ainda vir a... projecto constantemente adiado (é o que acontece com os tecidos, os papéis, as tintas... a costura, os trabalhos manuais...)... ou um sonho de vir a adquirir a capacidade de... (exemplo disso é o órgão... um dia hei-de aprender a tocar, ou o meu filho): "existe alguma dessas coisas que no espaço de um ano foi concretizado!? Parece-me que o tempo futuro nunca chega a ser presente..."

  • talvez precise ainda (é o caso dos caixotes de cartão das mudanças e de alguns produtos que recebemos...): "lembras-te daqueles caixotes que guardaste na cave e quando precisaste deles estavam todos danificados pela humidade! Não teria sido melhor vendê-los ou dá-los logo depois de os teres usado!? Nada nem ninguém te garante que quando precisares, eles estão em condições, e nem sabes se um dia precisarás!"

  • é tanta tralha, não sei por onde pegar (quando começo a mexer e vejo isto e aquilo... e depois sinto ansiedade por ter de deitar fora, acabo por voltar a guardar tudo... e não destralho.): "simples, começa a dividir o que tens de fazer em pequenos passos para custar menos. O que levou anos a juntar, vai levar o seu tempo a deitar fora. Olha, começa por algo muito fácil e pequeno, que não tenha muito valor sentimental."

Atenção! Uma boa ideia para não acumular mais é estar bem atenta ao que entra em casa. É necessário? É realmente útil? Não temos nada que tenha a mesma função? Sao perguntas a colocar na altura de trazer algo para o nosso lar.

Neste processo de largar e ficar com o mínimo ajuda ter uma pessoa de confiança por perto, para desabafar acerca dos sentimentos que no momento vêm ao de cima. Claro que também se pode escrever acerca disso, mas com alguém por perto, é sempre melhor. Até porque depois essa pessoa pode auxiliares de um modo prático, por exemplo, a deitar fora aquilo que não conseguimos levar ao lixo... não pelo seu verdadeiro peso, mas pelo simbólico. E fazê-lo com rapidez, para não existir maneira de recuperar. Se essa pessoa for uma amiga de coração... que tenha a casa, na qual nos sentimentos bem, arrumada do jeito que gostaríamos de ver a nossa, vai dar certo, sem dúvida. Pois ela sabe como se faz, e vai dar-nos a mão.

Viver com MENOS, é MAIS!


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sexta-feira, 10 de março de 2017

|A Mulher do 31| Com Visão e Acção

Conheço uma mulher que ganhava bem, com um contracto de efectiva numa empresa com perspectivas. Mesmo assim, deixou essa estabilidade para seguir o que o seu coração ansiava. Passou a trabalhar como independente e criou um espaço para desenvolver um projecto pessoal que vinha a acalentar. Ela foi à procura do melhor lugar, das melhores condições... ela arrendou esse espaço, fez obras... ela própria estava presente quando era para realizar qualquer tarefa no seu espaço. Ela decorou. Ela fez a promoção do seu novo menino. E todo o dinheiro que ganhava como trabalhadora independente investia na realização do seu sonho. Hoje, ela faz, das 24 horas do dia, outras tantas. Trabalha até tarde, aos fins de semana e está sempre em movimento. Ela está determinada e alegre.
Acredito que possam estar a pensar que foi loucura... deixar a estabilidade de um trabalho efectivo, pela agenda cheia como trabalhadora independente e proprietária de um espaço, onde faz o seu sonho tornar-se real. Mas ninguém disse que os sonhos se realizavam sem empenho e dedicação.
Se queremos ver os nossos projectos ou negócios prosperarem, não podemos deixá-los em mãos alheias. Se queremos ver os nossos sonhos realizar-se, não podemos depositá-los noutras pessoas. Se queremos ver o nosso esforço diário a produzir resultados, temos de ser sábias para saber onde investir os nossos bens, as nossas forças, o nosso tempo. Estar atenta às oportunidades e aberta aos desafios são duas atitudes requeridas.
A Mulher do 31 é uma mulher com a mente aberta para negociar. Ela própria toma nas suas mãos as diligências necessárias para ver o seu investimento criar lucro. Mesmo durante a noite, se for necessário agir, ela está disponível e sabe o que fazer. A Mulher do 31 é empreendedora, com visão e acção.

Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, um dia saberá. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.

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quinta-feira, 9 de março de 2017

|Emagrecimento| Antes e Depois

Fotomontagem: makeovr.com
Talvez te recordes desta fotografia!? Daquela mensagem que partilhei AQUI, acerca do Antes e Depois de grávida!? Mas agora este Antes e Depois trata-se de quando ainda não tinha iniciado a minha reeducação alimentar e do ponto a que quero chegar com ela. Mas não só chegar, como manter.
Diga-se que a fotografia do Depois ainda merecia uma redução da barriga, ou uns abdominais mais definidos... O duplo queixo??? Dispenso.
Entre uma fotografia e outra ficam (de forma simulada) 10 quilos de diferença. Se me perguntares: e quando queres chegar a esse ponto? Respondo-te: sem prazos, quero respeitar o meu ritmo, quero sentir cada etapa de modo consistente, com flexibilidade, sem restrições, nem fanatismos. Até porque a minha intolerância à lactose e os meus problemas da tiróide precisam de tempo para se reestruturarem, ou eu aprender a dar-lhes a volta.
Dizem que por sofrer de hipotiroidismo tenho mais dificuldade em emagrecer. Dizem... Como me dizia aquela senhora no ginásio, depois de eu ter o meu filho há 11 anos atrás: "Ana, faz por emagreceres agora, que depois dos 30 já não consegues mais." Existem milhentos carimbos, rótulos, mitos... que eu tenho que mandar fora, ultrapassar, se quero emagrecer.
Emagrecer começa na cabeça, na nossa mente. E nessa... travam-se as batalhas mais difíceis de se resolverem. Entre o Antes e Depois há um trabalho a fazer: arrumar a  nossa casa interior. Tenho que pegar no velho e deitar fora ou remodelar... há que abrir espaço ao novo. Novas crenças, nova auto imagem, nova postura...
Esta montagem, como pessoa visual que sou, ajuda-me a focar naquilo que quero atingir. E eu sei que é muito mais do que a imagem diz. Vai para além dos olhos, mas reflecte-se aos nossos olhos.
Se dá medo? Sim, já contei AQUI, que sim. Só que o corajoso não é aquele que vai sem medo, é aquele que vai mesmo com medo. E eu vou fazer este caminho.
E tu, quais são as mudanças que te dão um frio na barriga, mas que gostarias de fazer? Pensa então, como serias tu quando ao realizá-las. Estou certa que a imagem do Depois mostra-te uma pessoa confiante, alegre... vai... vai mesmo com medo. E vive o Depois agora.

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quarta-feira, 8 de março de 2017

|Maternidade| Nove Meses já Voaram

Foto: Ana Filipa Oliveira
Hoje a Mariana faz nove meses de vida. Hoje faz nove meses que tive um dos momentos mais fascinantes, maravilhosos, divinais... na minha vida. Hoje faz nove meses que a nossa família alargou... de tamanho e de alegria. É um cliché, mas tão verdade: o tempo voa.
E nesse voar levou os medos e as dificuldades do início. Quando regressei com a nossa bebé para casa... foi tanta transformação no meu corpo, nas minhas emoções... no meu sono, que nem sempre consegui serenidade... vivi em estado de ansiedade e cansaço. Pelo menos, foi assim comigo. Contigo foi diferente? Mas lá passados os primeiros meses, 4 -6 meses, essa poeira assentou e comecei realmente a desfrutar e viver com tranquilidade cada dia.
Nesse começo de vida, ela era tão pequena que ficava sobre o meu peito e sobrava espaço... Era tão maleável que parecia que se ia desmanchar... E ela ainda tinha tanto a aprender...engasgava-se ao beber o leite, bolsava tanto que por vezes pensava que era vómito, e ia para o médico; não arrotava e acordava em dor; fazia barulhos que parecia de falta de ar, e eu quase não conseguia dormir com medo que lhe acontecesse alguma coisa ( o médico dizia que era normal, pois a ingestão do leite pressionava os pulmões); tinha uma respiração muito ofegante, parecia que tinha problemas respiratórios, mas era próprio da sua maturidade; sustia a respiração, ficando muito vermelha, e depois de parar a respiração, chorava compulsivamente, o médico contou-nos que isso era reacção a algum desconforto; não queria dormir na sua caminha, mesmo ao lado da minha, queria dormir em cima do meu peito, bem junto a mim; assustava-se sozinha, e com muita facilidade, esticando os braços e as pernas como em desamparo... e tudo isso, e muito mais, evaporou com o tempo. Essas pedrinhas do caminho desapareceram.
Posso dizer que actualmente saboreio mais os dias com ela... tenho muito mais calma e isso dá-me espaço para a olhar sem medo... que algo não esteja bem, que eu não consiga perceber, que seja perigoso... Passados nove meses, olho para trás e penso como por vezes. não acreditei na bondade d'Aquele que a criou no meu ventre!? O milagre que Ele nos deu é tremendamente grande. E que venham mais meses, anos, décadas... e que eu esteja com a mesma Paz para gozar de cada instante. E que o tempo possa voar, mas o ninho, as raízes, se construam seguras... em laços profundos de amor.

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terça-feira, 7 de março de 2017

|Natureza| O que nos ensina...

Foto: Ana Filipa Oliveira
Às 7 da manhã.

Foto: Ana Filipa Oliveira
Às 16 da tarde.

Na Alemanha, pelo menos onde vivemos, o dia pode ter diferentes formas de se apresentar, apenas em 24 horas. Pelas fotografias, tiradas há um ano, dá para ver o que quero dizer. O dia começou branco, caiado da neve. E à tarde estava um sol, quase de Primavera, e o branco dava lugar ao verde escuro e ao castanho. Imaginem como é difícil acertar na roupa a vestir... tenho essa dificuldade com o nosso filho mais velho. Quando sai de casa para a escola, bem cedo, normalmente olhamos para o que dizem os arautos da meteorologia... mas nem sempre a realidade corresponde às suas estimativas. De qualquer forma, torna-se um desafio que ele não chegue todo suado do regresso da escola, porque levou roupa a mais, mas também não tenha chegado congelado à escola, porque levou a menos.
Só que estas pequenas gestões diárias ficam arrumadas a um canto sempre que admiro a grandeza e a beleza desta terra. E o que é mais fascinante é a multiplicidade de cores que a natureza nos oferece, nem que seja numa viagem de autoestrada. Aliás foi logo das primeiras coisas que me maravilhou quando cá chegámos... e ainda continua a deixar-me numa serena contemplação da arte mais bela.
A natureza ensina-nos muitas coisas, concordam? Desde que estejamos disponíveis e atentos, claro. Não sei como começou o teu dia hoje...!? Talvez frio e pouco apetitoso. Ou se calhar deslumbrante... Mas o certo é que está sempre a tempo de mudar... Escolhe a paisagem do teu final de dia. Não deixes ao acaso.

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segunda-feira, 6 de março de 2017

|Motivação| Tu Podes Fazer Parar

Ericeira Março de 2015
Foto: Ana Filipa Oliveira

Por vezes falta-nos a sabedoria para lidar com as situações. Por vezes escasseia o nosso entendimento acerca do que se está a passar e a melhor solução. Por vezes é difícil termos um bom procedimento e colocarmos na prática aquilo que estaria correcto. Por vezes falta-nos a humildade para agir... e o ego tenta-se levantar. Por vezes abrimos a porta a ladroes traiçoeiros como a inveja, a amargura, a ambição desmedida, o egoísmo... Por vezes até nos gloriamos disso, como se fossemos muito poderosos e superiores por assim o termos feito. Por vezes negamos a verdade, e caminhamos na mentira. Por vezes preferimos viver pelos impulsos do nosso ser carnal, e afastamo-nos daquilo que nos faz bem à alma. Por vezes achamos, o que é espiritual, tão desprovido de sentido e actualidade, e procuramos aquilo que nos corrói por dentro silenciosamente. Por vezes escolhemos viver no meio da confusão e de toda a espécie de males, e recusamos aquilo que nos alimenta para além do corpo. Por vezes, porém... talvez muito poucas vezes, corremos em direcção ao que nos faz viver de um modo puro, pacífico, amável, compreensivo, cheio de benevolência, repleto de bons efeitos, imparcial e sincero. E nessas vezes pensamos "Quero mais! Quero voltar mais vezes! Quero ficar aqui!", porque nos faz sentir de um modo inexplicavelmente completo, redondo, perfeito... Mas, depois dessas vezes, caímos de novo na rotina daquilo que nos intoxica, nos pesa, nos castiga, nos derruba... E mais à frente, volta a existir aquele momento das "poucas vezes". E com ele regressa o mesmo bem estar indescritível e a vontade de permanecer... só que depois, vem o momento seguinte, que nos arranca de lá, nos puxa para aquilo que nos deixa o ânimo a mil, mas o interior vazio. E o ciclo não pára. Até que tu o assim decidas. Decidi-te por o fazer parar e fazeres dos "poucas vezes" a tua morada permanente. Diz sim à Vida, ao lado verdadeiramente bom da vida.

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sábado, 4 de março de 2017

|Dolce Far Niente| Emagrecer sem Fazer Nada... de Extraordinário

Foto: Standouthealth.com

Não só escrevo num blog, como gosto de ler blogs. Gosto, porque são partilhas pessoais, vividas por alguém. E gosto particularmente do Dolce Far Niente da Marta. Porquê!? A razão é simples. Não é cheia de rococós. Aparentemente passa exactamente pelas mesmas coisinhas que nós, mulheres comuns e imortais. E não tem problema em falar do menos glamoroso. Mas não escrevo este post apenas para vos dizer isto. Não! Escrevo, já que, num dos últimos post, a Marta conta como emagreceu... e algumas das alterações (quase todas), que fez à sua alimentação, correspondem às que eu também fiz. E essas são:

  • Evito a quase 100% comer o que tenha trigo e açúcar, mas abro excepção para os dias de celebração e para o "dia da asneira", que procuro que coincidam. Também já aconteceu inadvertidamente ter comprado um produto com açúcar e só me dar conta mais tarde. E consumir mesmo assim, mas não voltar a comprar. 
    • Tenho chocolate de 75% e 85% de cacau e como um quadrado quase todos os dias. Normalmente faço-o depois das refeições, a jeito de sobremesa. 
  • Tento não comer pão, diminuiu bastante o consumo de massa (e é sem glúten) e evito comer hidratos de carbono sobretudo à noite. Mas não sou fanática. Quando o faço, opto por porções pequenas, e com muitos legumes a acompanhar.
  • Como menos entre as refeições principais. E quando como, dou preferência a frutos secos e fruta, sobretudo a banana. Por vezes, uma fatia de queijo sem lactose ou iogurte magro sem lactose.
  • Tento, mas nem sempre o faço, planear as refeições antecipadamente, para não ir ao que está à mão, ao que é mais rápido e mais fácil, enfim... ao que não entra no meu novo estilo de vida. Quando não tenho nada planeado, faço salada com o que tenho no frigorífico e junto-lhe um ovo cozido.
  • Deixei de beber café.
  • Bebo mais água do que bebia (já escrevi sobre isso aqui no blog!).

Talvez tenha mais uma ou outra coisa que poderia acrescentar... como o exercício físico diário, ou a contagem de passos... mas sublinho que não tenho regras restritivas... ou que tenho de obedecer piamente. Dou o  meu melhor, e quando coloco o pé na poça, sacudo, seco e sigo em frente. 

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sexta-feira, 3 de março de 2017

|App| Agora, sim!

Sempre fui péssima para beber água. Aquela cota que dizem ser maravilhosa para o nosso organismo funcionar lindamente... nunca era atingida. Ou muito muito raramente. Para chegar ao bem dito um litro e meio de água (já não falo daquele desafio dos três litros diários) tentei:

  • usar um copo na casa de banho. Cada vez que ia à casa de banho era obrigada a repor líquido no meu organismo. 
  • espalhar garrafas pelas várias divisões da casa. Sempre que ia de um lado para o outro tinha mesmo à mão de semear água para beber. 
  • comprar uma garrafa que fosse fácil de transportar. Acho que exagerei... comprei várias. Ora porque a tampa se abria facilmente e me molhava a mala. Ora porque deixava um sabor metálico na água. Ora por isto, ora por aquilo. As que me têm acompanhado mais tempo são da Tupperware.
  • fazer um bule de chá de manha e ir bebendo ao longo do dia. Bem sei que não é água, mas tinha quase o mesmo efeito... e pelo menos tinha o sabor para motivar... ou não.
  • comer comida salgada para aumentar a vontade de beber água. Para beber água, consumir mais sal... uhmmmm... não me parece que faca melhor à saúde.

Bem, e o rol, se eu bem pensar, ainda deve ter mais uns quantos itens. Mas finalmente encontrei Water Drink Reminder. Esta é a aplicação que me tem lembrado de beber água, de meia em meia hora. A cada 30 minutos lá oiço o sinal sonoro que indica que tenho algo importantíssimo para fazer. E quando o faço, apenas com um clique adiciono a quantidade que bebi. No topo da aplicação tem uma barra que me diz o quão perto estou do objectivo e se estou no ritmo certo para o atingir. Mais, o objectivo não é standard. Ele tem em conta os meus dados pessoais, nomeadamente o peso. Por isso descobri que o ideal de ingestão de água por dia, para mim, é cerca de 2 200 ml. Para além disso tem um pequeno botão para eu ir inserindo o meu peso.

Foto: Bestappsguru.com/
Posso dizer que descobri que os meus hábitos de beber água oscilam muito. O meu gráfico não tem uma linha assim tão definida como a da imagem. São um desce e sobe que mais parece um eletrocardiograma. Ainda não cheguei onde queria, mas estou no caminho.
Portanto, até ao momento a minha média mensal é de 1656 ml, o que significa que ultrapassei a cota de um litro e meio de água por dia. Yupi! Agora o próximo passo é manter-me fiel à minha meta pessoal. E estou certa que o Drink Water Reminder será de grande ajuda!

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quinta-feira, 2 de março de 2017

|A Mulher do 31| Forte de braços

Preparas-te com alegria para o trabalho árduo? Procuras fortalecer-te para as acções que requerem mais de ti? Dedicas-te com prazer àquilo que tens de fazer? Entregas-te com vontade ao trabalho? Concentras as tuas energias e procuras ganhar força para realizares o que te compete? Manténs a tua casa limpa e fazes tu própria as tarefas necessárias com vigor? Se sim, parabéns. És uma mulher esforçada, forte, trabalhadora e disponível. Se não, não te preocupes... estamos todas em construção, e a perfeição é inalcançável, por esforço próprio. Mas vale a pena dar o melhor de nós, sem culpas, sem stresses...
Eu moro num terceiro andar sem elevador. A Mariana pesa para lá dos oito quilos. E o chamado ovo, que a servia para transportar, também não é leve. Deixei de a transportar desta forma, e agora vem no marsúpio, ou o chamado canguru. Mas nas últimas vezes que a levei do rés do chão até à nossa casa, já era complicado e as forças tendiam a fraquejar. A maneira que eu fazia para vencer a dificuldade, sobretudo a partir do segundo patamar, era colocar o ovo num braço e com o outro dar impulso no corrimão. Dava o meu melhor. Lastimar-me não resolvia a questão. Deixá-la no rés do chão, também não. O trabalho árduo tinha de ser feito... e, claro, que o fazia com vontade.
Eu já aqui partilhei que sou muito pouco humorada quando tenho de fazer esforço... quando sinto os músculos a puxar, começo logo a descer os lábios... e o sorriso evapora. Mas nem em todas as situações. Por exemplo como esta que descrevi. E a verdade, se for honesta e usar a lógica, as tarefas têm de ser feitas para atingir determinado fim... não é muito melhor fazê-las com vontade, com prazer, com entrega!? E além disso, existe sempre uma reserva de força para ultrapassarmos os nossos limites.
Ora, a Mulher do 31 é mulher de braço forte, disponível para trabalhar, mesmo que seja trabalho árduo. A Mulher do 31 entrega-se com alegria e com vontade ao realizar das suas tarefas. A Mulher do 31 sabe a onde ir buscar forças para concretizar aquilo que tem de ser feito.

Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, um dia saberá. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.

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quarta-feira, 1 de março de 2017

Quarta Feira de Cinzas

Se ontem houve fogo em algumas cidades, hoje há cinzas. Oficialmente acaba hoje o Carnaval. Para alguns começa um novo tempo, o de jejum. Até à Páscoa pode-se contar 40 dias. Este período tem por nome: Quaresma. Depois da festa pagã vem a festividade religiosa, para perdoar os fiéis e abençoá-los simbolicamente com cinzas.
Por onde tenho andado, neste dia encontro sempre gente com uma cruz na testa, feita com o pó das cinzas. Eu própria, pelo menos por duas vezes, andei com essa cruz. Nessa altura o Gui ainda frequentava o infantário e fazia parte do calendário ir à missa e receber a cruz. Sim, os miudinhos pequeninos também... pelas diabruras que tinham andado a fazer, quase de certeza.
Só que ainda há tempo, para alguns, para mais uma festa... esta à volta da mesa, comendo e bebendo. E, depois, uns fazem jejum religioso e outros fazem o que lhes apetecer... até à próxima época festiva da agenda.
Adeusinho, Carnaval!

Foto: bistum-regensburg.de



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