quinta-feira, 30 de junho de 2016

As Cores menos Luminosas da Cena

Antes de amamentar sonhava com a parte bonita, a mais falada e conhecida, mas desse quadro ficavam de fora as cores menos luminosas da cena.
Quando na prática as comecei a viver, cresceu uma espécie de revolta no meu interior contra pessoa incerta. Revolta por me falarem tanto, e tantas pessoas, do parto, das coisas terríveis dessa hora (ou melhor, horas), mas do que se vive nos meses seguintes... ninguém me esclareceu com tanta veemência.
Para mim tornou-se mais difícil o acordar para amamentar, sem descanso prolongado, do que propriamente o parto. Amamentar requer, com sorte, que estejamos a dar mama de três em três horas, que na realidade só nos permite - no máximo - dormir duas horas seguidas, pois amamentar leva tempo, pelo menos 20 minutos, para além da preparação das mamadas... ou seja, lavar tetinas, biberões, esterilizá-los, ou extrair leite... ou mudar a fralda...
Como não descansava durante o dia, enquanto o Gui dormia, e deitava-me às mesmas horas que anteriormente, estava a ficar exausta e o meu cérebro já me pregava partidas. Com dois meses, ele passou a dormir cinco horas seguidas, e isso já me possibilitou alguma recuperação. E até lá o biberão, que o Kevin lhe pudesse dar à noite, já era um grande apoio.
Através da experiência com o Guilherme vivi na prática o resultado do stress e das preocupação na dificuldade de produção de leite; melhor, da própria amamentação, pois de repente o foco deixa de ser o amamentar a peito, para o ver o mais rapidamente recuperado, o que me levou a não ser insistente nas respostas em relação a dar leite materno no internamento.
Por outro lado, considero que este processo precisa de qualidades como paciência e serenidade por parte da mãe, mas também respeito pela mãe e pelo bebé. Isto é respeitar os medos e as dúvidas das mães e os ritmos dos bebés. Eu estava demasiadamente nervosa e medrosa. Pouco perguntava, quase com medo das respostas. Ele era tão pequenino. Vê-lo internado, tirou-me o chão, criou-me medos, dúvidas....
Estou certa que para dar certo é essencial: perseverança. Desistir perante os problemas, que a amamentação coloca, leva-nos a retirar um tesouro que pertence aos nossos filhos, dado através de nós: o leite materno.
Com a Mariana procuro por em prática o que aprendi com o Guilherme. Não só com o que deu certo, mas (sobretudo) com o que foi um passo em falso. [Continua]

quarta-feira, 29 de junho de 2016

A Riqueza que lhes podemos dar

"Ó filha, a maior riqueza que lhe podes dar é a maminha!", disse-me a minha avó de 93 anos ao telefone. "Há muitas que não a querem dar, mas tu dá, filha, que é o maior tesouro."
Há 10 anos atrás, quando o Guilherme nasceu, a coisa foi complicada. Agora não foi totalmente (não é) fácil, mas menos complicada... muito menos.
Nunca sonhei com casamento. Nunca fiz planos e disse: "Quero isto assim e assim e assim, quando me casar." Nunca pensei muito sobre o assunto. Talvez por isso tenha casado, de uma quarta para uma sexta, numa conservatória, na qual estavam apenas presentes, para além dos noivos, o nosso filho, a minha mãe e a minha sobrinha. E, pronto, já está.
Mas no que respeita à maternidade... tinha sonhos, planos, ideias e afins. Amamentar era uma delas. Ainda grávida, quando ao sair do banho, vi que do meu peito saia um líquido, foi uma bateria de alegria que se instalou em mim. Fiquei feliz, pois achava que seria sinal que amamentação do Guilherme com leite materno estava garantida.
O Gui nasceu e no hospital começou a saga. Eu digo-lhe que ele ja aí mostrava o quanto era preguiçoso, pois não sugava. Adormecia assim que tocava no mamilo. As enfermeiras diziam que bastava uma gota ou outra entrar na sua boca, que seria o suficiente. Mas nós não estávamos satisfeitos. O Guilherme parecia mole, sem forças... trouxeram-me da farmácia bicos de silicone, de latex... tudo para ver se ele pegava no peito, mas nada.
Um dia em desespero, talvez no segundo ou terceiro dia após o seu nascimento, comecei a chorar junto da enfermeira chefe da Neonatologia e ela tentou acalmar-me. Mandou-me sentar no cadeirão ao lado da máquina de extracção de leite e assim foi. Quando meti um biberão cheio na boca do Gui, fechei os olhos e abri, e já não havia mais leite. Bebeu-o num ápice.
Diziam-me para o destapar, tirar-lhe a roupa, beliscar, fazer cócegas... de modo a que não adormecesse ao mamar. Que conste que o Gui nasceu em Janeiro, no ano que nevou em Lisboa! Não tinha coragem para o deixar sem roupa, quando eu estava de pijama e roupão, e ainda com sensação de desconforto.
A maneira, como resolvemos a situação ao ir para casa, foi comprar uma bomba, extrair o leite do peito e dar-lhe. Como devem calcular, ele aí já não mostrava preguiça. Bebia muito bem. Para além disso, ele pegou no peito através das tetinas de látex, o que permitiu que não tivesse constantemente de extrair leite, mas dar-lhe "directamente" do peito. Contudo o peso não aumentava de acordo com os padrões médicos. Por isso perto dos seus 15 dias de vida, começou a tomar paralelamente fórmula.
Com cerca de 20 e poucos dias teve a sua primeira ida às urgências do hospital. Mal diagnosticado, teve de voltar uma segunda vez e à terceira ficou internado. Entretanto, eu própria tive de ir ás urgências, pois o meu organismo estava desregulado. E aí o médico, apercebendo-se do meu estado de nervosismo, sugeriu um medicamento para me acalmar, que nunca tomei.
Ao fim e ao cabo fiquei sem amamentar durante dias e sem fazer extracção. Não sabia se no estado em que estava poderia amamentar, pensava que não, o que veio a ser validado por um médico ou enfermeiro, que me disse para não o fazer, pois não estava certa que a causa não fosse física. Porém, já mais tarde, disseram-me o contrário.
Se alguém me informou que podia amamentar, apesar de o meu bebé estar internado? Ou que deveria extrair para estimular a produção de leite? Não. Se me informei? Também não. Estava tão nervosa de ter o meu filho internado e depois de o ver na incubadora... que não tinha cabeça para nada.
Quando ele passou para a Pediatra, depois de deixar de ser recém nascido, salvo erro aos 28 dias, passava o tempo todo com ele, mas minguem falou, e nós não perguntámos, se poderia dar-lhe do meu leite. E por isso houve um interregno de cerca de 10 dias, ou mais, que o meu peito deixou de estar em funcionamento.
Pelo menos até aos 4 meses, o Guilherme foi amamentado com pouco leite materno, mas algum, e em paralelo com fórmula, que foi introduzida com cerca de 15 dias de vida. Mas este não era o meu sonho inicial. Consigo, agora à distância, perceber algumas falhas nossas, que podem ter sido impedimento para a realização do meu sonho. Graças a Deus, tive oportunidade de sonhar de novo. E aprender com os passos em falso do passado. [Continua]

terça-feira, 28 de junho de 2016

Regadores Cheios de Mimos

Quando a Mariana nasceu, já o Guilherme havia celebrado 10 anos. Ele esperou muito tempo para ter uma companhia. Não se importava se fosse menina ou menino. Queria alguém para partilhar a vida. Disse-me, certo dia, que o que o preocupava nem era tanto agora este tempo, mas quando fosse mais velho... não teria um irmão para dividir as alegrias e as tristezas... e os seus filhos não teriam primos...
Metade da sua idade foram anos em que esperávamos que os céus nos presenteassem com mais um fruto da nossa união. Demorou. Mas veio... no tempo que será o certo, pois foi o que Deus escolheu para nos ofertar uma renovação das nossas vidas... mais uma.
Ao chegar ao mundo um novo ser, muitos esquecem-se dos que já cá estavam, daqueles que abriram caminho para que essa nova vida tivesse espaço para existir entre eles. Nós próprios, como pais de um filho mais velho, temos de desenvolver essa sensibilidade. Não é que cada palavra seja pesada na balança antes de sair da boca, mas é bom filtrar e analisar o que dizemos, como dizemos e a hora em que dizemos. Não só para não ferir o mais velho, como para que a relação entre irmãos não seja afectada negativamente pela intervenção dos pais.
E nem só os irmãos mais velhos precisam de mimos. Os pais também. Diria até que principalmente a mãe, que de repente deixa de ter os holofotes voltados para ela, como teve enquanto carregava o rebento na barriga.
Recordo-me bem de um presente que a minha amiga X me deu quando o Guilherme nasceu. Algumas até diriam que não era própria para uma recém-mãe.. ofereceu-me uma lingerie bem rendada, para eu não me esquecer que também era mulher. Um gesto simples, que provavelmente ela nem sabe como me marcou...
Para que o jardim, onde a Mariana vai desabrochar, seja verdejante e sadio, há que limpar toda a erva daninha, adubar a terra, regar a semente e depois a plantinha... e isso só conseguimos fazer juntos, em amor e união, respeitando cada elemento já existente neste jardim... e despejando regadores cheios de mimos.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

O Nosso Sol raia Dentro de Casa

Já é verão, já é tempo de praia, já é tempo de biquinis, já é tempo de esplanadas, já é tempo de casamentos...
Já fomos inundados por um mar de fotos no Instagram, de partilhas no Facebook e post nos blogs com corpos ao sol, ou emergidos em águas refrescantes...
Mas este verão vamos ficar por terras sem praia (quase), sem sol (quase), com esplanadas (e aquecedores de esplanadas, com mantas para tapar as pernas)... porque o nosso sol raia dentro de casa: Mariana. Um verão em que o quarteto se vai mimar e amar mais do que nunca!
Mas no outono... esse será o nosso verão. Portugal nos espera!

domingo, 26 de junho de 2016

Quando nos relativizamos

Deve ser fantástico poder fazer actividade física durante a gravidez. Realmente não é para todas. É preciso ter cuidado, nalguns casos. E, sobretudo, não se deixar influenciar pelo destaque que agora se dá às futuras mamas que continuam a fazer desporto sem restrições, e que às vezes fazem mesmo questão de ilustrar quase diariamente os seus treinos (por vezes intensivos).
Para uma mãe que se encontra limitada em termos de esforços físicos, ou não consiga encontrar essa motivação, a exposição que é feita das "mamas hiper activas" :-) pode fazê-las sentir diminuída na sua qualidade de gestante.
Nem todos os corpos reagem do mesmo modo a uma gravidez. O meu corpo reagiu à gravidez do Guilherme bem diferente do modo que reagiu agora à da Mariana. E o meu corpo não reagiu da mesma forma do que o da X ou da Y. E isso não faz de mim, menos mãe, pior mãe... ou mulher.  Em tudo é bom conhecer os nossos limites e não fazer comparações, pois perdemos o nosso valor, quando nos relativizamos.

Em jeito de comentário ao post com o título O exercício físico na gravidez pelo Holmes Place, do blog Dias de uma Princesa.

sábado, 25 de junho de 2016

Teoricamente, parece-me bem

Passeando pelos blogs das mamãs, encontrei mães com problemas de ânimo devido à falta de dormir, problemas de cólicas dos bebés... Mas nem todas escrevem sobre os males que atormentam a maternidade. Há as que publicam belas mensagens sobre roupas para esta época de verão, bem ilustradas com fotografias em tamanho XL. Uma delas fala de roupa com protecção UV e anti mosquitos. Pergunto-me que produtos químicos deve ter e que bem esses devem realmente fazer à pele. Acho realmente que em termos teóricos são óptimas soluções, mas não sei se isso não afectará as peles mais sensíveis. Lembro-me do Gui bebé sofrer com os mosquitos, isso seria óptimo, mas ele também tem uma pele muito sensível. Gosto da ideia, mas desconfio.


sexta-feira, 24 de junho de 2016

Gatos e Cães: Amor e Trabalho Extra

Batam-me, mas não sou muito fã de gatos. Tive um quando era adolescente, e passou-me o prazer de os ter. Não que tenha sido uma má experiência. Pronto, cada um tem os seus gostos e prazeres.

Se eu já sou desorganizada na lida da casa, imagina que eu tivesse um animal!? O Gui pede-nos muitas vezes um cão. Um cão, já acho mais piada. Mas até agora nao me convenceu, pois quem terá de tratar de tudo - está mais do que visto, serei eu. E não me imagino a acordar às seis da manhã, com chuva, neve... e ir passeá-lo. Chamem-me preguiçosa, egocêntrica... Mas nem todos temos de amar animais e trabalho extra :-)


Em jeito de comentário à leitura do post As Minhas Pequenas Coisas: Admito...,

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Apenas uma barriga

De vez em quando ainda passo a mão pela barriga, onde durante nove meses habitou este pequeno ser que tenho nos braços... como procurando-o ainda dentro de mim, e esquecendo-me que já nao é só meu.
Essa barriga que foi o seu ninho e o nosso lugar de esconderijo. Só eu e ela, a Mariana. Mas agora somos eu, ela e muitos.
Aos poucos esse seu veículo começa a perder a forma com que a transportou e volta a ser apenas uma barriga... aquela que já trouxe ao mundo, por duas vezes, renovação das nossas vidas... emoções, espírito, mente e corpo.

Foto: Ana Filipa Oliveira / 2016

terça-feira, 14 de junho de 2016

By Sofia Tudela

Este reinício de actividade como blogger levou-me a pesquisar um pouco sobre o actual estado da blogosfera. Foi no meio dessa procura, por conhecer melhor o que se faz nos dias de hoje nesse universo, que encontrei a Sofia Tudela. A Sofia é a autora do blog Words of Sophie. Espreita para que possas tu própria conhecê-la.
Depois de percorrer várias mensagens, e visitar cantos e recantos da sua casa virtual, entrei em contacto com ela. Se a Sofia, pela idade, foi jovem; pelo seu carácter foi sincera, directa, afirmativa e justa no modo como lidou comigo. Gosto de pessoas assim!
Foi ela que deu nova cara a A Mulher do 31. Sempre disponível para ouvir as sugestões e pedidos, rapidamente fez este trabalho, que merece, quanto a mim, elogios. Estou certa que se precisares de algo no âmbito de design, ela estará receptiva para mais um desafio. Contacta-a!

by Sofia Tudela

terça-feira, 7 de junho de 2016

Sou Preconceituosa: ups, e agora!?

Estou desactualizada em muita coisa. Passados mais de 20 anos da minha tara de querer singrar no mundo da moda, e de ter aulas de maquilhagem, boas maneiras e afins... só posso dizer: estou super hiper mega a ver passar navios nesta matéria.
A passear pelos blogs de lifestyle, beauty, fashion bloggers, e por aí fora, encontro termos que penso: "o que será isso?" Tenho que ir ao Tradutor do Google, ou às Imagens, para ter uma ideia, caso contrário era capaz de utilizar um primer como verniz para as unhas.
Dei-me conta que vivia no preconceito (não sei se já saí daí, mas espero que sim!). Há uns 13 anos atrás, blogs era para gente desocupada de humanidades, como eu. Hoje, enfermeiras, médicas, juristas, advogadas, psicólogas, biólogas... são algumas das bloggers mais conceituadas nesta área.
Sei lá, ainda tinha na mente que dessas áreas de estudo e profissão não gostavam muito de ler e escrever, e que não se queriam expor, apresentando o seu lado mais fútil, pois poderia afectar a sua credibilidade. Pronto, mas já passou. Já vi que o mundo evoluiu e que eu preciso de correr atrás para acompanhar o ritmo.

Foto: Ana Filipa Oliveira/ 2012
Tudo isto foi para o lixo. Apesar de pouco usados, compraram-me a maior parte destes produtos há 23 anos. Ups! 





segunda-feira, 6 de junho de 2016

Clique: Delete

Cansei. Limpei tudo. Não, não estou a falar da tralha cá de casa. Da casa, física. Estou a falar do Instagram. Se calhar, tu não tens um perfil nessa rede. Ou talvez tenhas. Mas a coisa é a mesma em todas as outras plataformas. Vamos seguindo este ou aquele, aceitamos este ou aquele como amigo... e às tantas estamos num mar de gente que não conhecemos. Assim como se fossemos mergulhar no público imenso do Rock in Rio, e só conhecesses uma ou duas caras dentre eles. É um pouco assustador, apesar de também poder ser divertido!
Eu fartei-me de ver gente a passear pelos países orientais, a postar roupinha jolie, a partilhar todos as refeições, as idas ao cabeleireiro, as fatiotas de cada instante, os passeios de cão, as aulas de ginástica, as idas à praia - com aquele biquíni xpto... Os media, assim como assim, já pegam nas postagens do Instagram para fazer notícias, por isso acabo sempre, de uma maneira ou de outra, de saber dessas novidades tão extasiantes dos VIPs do nosso país.
Mas nem só os proeminentes de Portugal têm um Instagram, ou Facebook, cheio de seguidores. Já reparaste que agora todas as jovens, e mulheres crescidas, são Fashion Editor, Creative Fashion ou Fashion Blogger, ou Freelance Stylist, ou apresentam um Healthy Lifestyle nos seus perfis!? Puxa! Tantas mulheres interessadas em maquilhagem, beleza... e afins.
Ah, ok, é o nicho delas. Pronto, por não me identificar com o conteúdo, delete. Seguir só porque sim, não. Gosto de coisas normais. Restaram, portanto, apenas aquelas que me inspiram, que partilham a normalidade dos meus dias. Está bem, confesso... guardei alguns endereços para ir espreitando, quando me apetece-me. Sim, porque agora que vou ser mãe de uma menina, prometi a mim mesma - "desta é que é", vou ser um exemplo de feminilidade, cheia de estilo.

Foto: Ana Filipa Oliveira / 2015
Instagram

domingo, 5 de junho de 2016

Operação Limpeza: Ameaça de Bombardeamento

Peças de Lego por todo o lado, bonecos, naves e coisas estranhas que eu nem sei nomear... coisas de rapazes. Por vezes é difícil de encontrar um caminho entre a porta do quarto e a cama. E olha que não é uma grande distância!
Quando lhe digo para arrumar, ele vai e começa a brincar. Portanto, nunca chego a desbravar um caminho que possa estar livre de perigos. É que há peças transparentes e pequenas que ficam debaixo do sapato e isso, digo-te, não é nada agradável.
Foi por isso...

...que criei uma operação muito eficaz nestas situações. Uma missão, que ameaça este estado de guerra no chão do quarto do rapaz. Chama-se "Operação Limpeza". Quando ameaço com este bombardeamento, de repente lá se consegue arrumar o campo de batalha e...

...eu finalmente encontro caminho para a cama... posso desejar-lhe "boa noite" sem pisar minas que me derrubem ou pelo menos assustem.

sábado, 4 de junho de 2016

Have a Break

Para alguns é beber uma taça de café, para outros é comer uma taça de gelado, comer um KitKat ou um Twix, fazer uma viagem de bicicleta, passar uns dias num parque de campismo, ou talvez partir numa viagem de avião para longe, ou ficar por perto e simplesmente esticar as pernas, ler um livro, estar com os amigos... O que é - para ti - fazer uma pausa?

Foto: Ana Filipa Oliveira/2016
Instagram
Para mim as pausas servem para retemperar as forças, para afinar objectivos, para deixar entrar ar novo... foi o que fiz durante algum tempo em relação à minha mania de escrever publicamente acerca da minha vida. Que para muitos é desinteressante, mas para outros nem tanto. Algumas pessoas acompanharam a nossa evolução como família através de outros blogs que tive. E sinto falta da sua companhia na nossa caminhada. Amigos que foram para outros países, ou amigos que nós deixámos no nosso país.
O problema nas pausas é que por vezes podem ser longas demais e perdermos nelas. Por isso, aqui está já o segundo post deste (re-)início de blog, para ganhar ritmo, e não ter uma break muito longa, longa demais. 

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Festas que acabam noutras festas

Num destes dias cruzei-me com a minha vizinha nas escadas. Alegremente falámos do meu estado de gravidez e ela pergunta-me se eu ia fazer uma festa de grávida. "Eu!? Não." Sou uma pessoa simples e pouco dada a festas. Gosto de estar entre amigos, mas essas festas "comerciais" não são o meu género. É algo semelhante ao dia dos namorados e companhia.
Nesta viagem pelo mundo da maternidade deparei-me com festas para anúncio da gravidez, festas para anúncio do sexo do bebé, festas para anúncio do nome... cheias de cupcakes (não fossem essas festas inspiradas na América), balões coloridos e afins. Muitas dessas festas acabam em outras festas: as festas publicadas e partilhadas no Facebook ou outro tipo de rede social. Felizes daqueles que se sentem felizes com elas!
Eu senti-me feliz das visitar na virtualidade, pois dessas festas podem-se tirar algumas ideias para imagens de fundo a utilizar nas nossas fotos caseiras. Se quiserem ser inspirados por essas e outras soluções, visitem e sigam-me no Pinterest:

Foto: Ana Filipa Oliveira/ 2016

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Agora é que é

Novos projectos estão a caminho. Não falo dos projectos de costura que A Mulher do 31 costuma aqui apresentar. Não! Falo de projectos ainda não revelados, e projectos longos e a longo prazo.
Em breve, para muita alegria no reino d´A Mulher do 31 (e arredores), virá ao mundo uma bela Princesa... e que grande projecto este! Com ela, de certo, vêm vários desafios, diferentes estados de humor, e tanta e tanta coisa que se há-de manifestar.
Ah, mas a vida d´A Mulher do 31 não se resume à família, ao doce lar... ai, pois não. Depois de cerca de 13 anos de ter o seu primeiro blog e, de ao longo desses anos, ter saltitado de blog em blog, plataforma em plataforma, de estilo em estilo.. finalmente, decidiu-se por abraçar este espaço (sim, este mesmo espaço que estás a visitar!) como a sua montra. Ah, e como já reparaste, aqui trata-se por tu. Porque cada pessoa é especial e A Mulher do 31 fala directamente para ela.
Neste reino feminino pode-se esperar partilha de experiências. Teorias ficam para outros. Nestas páginas virtuais vais poder ler sobre casos da vida real... de quem? D´A Mulher do 31. Uma mulher casada, com um filho de 10 anos, que diz que já está na puberdade, e prestes a ter uma menina recém-nascida nos seus braços.
Esta Mulher ama a fotografia, comida, viagens, novas experiências e aventuras (mas com calma!), costura, livros e mais livros... e se pudesse vivia numa papelaria+livraria. Gosta tanto tanto tanto de blocos, canetas e afins, que até enjoa.
Para as amantes de vida saudável, há que sublinhar que A Mulher do 31 tem uma ideia do tipo "agora é que é!" (sim, uma ideia, um plano, um desejo, um objectivo daqueles que nunca se alcança...) que é a recuperação do seu peso inicial. Quantas dietas começadas!? Quantas inscrições no ginásio canceladas?! Quantas balanças visitadas!? Mas agora é que é.
Se ficaste curiosa. Fica por perto... está prestes a entrar em andamento.
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