terça-feira, 25 de julho de 2017

|Mães Felizes| Seja Dona da Sua Vida

Foto: Splitshire.com/
A mãe e pediatra Meg Meeker partilhou, com milhares de leitoras espalhadas pelo mundo, os segredos para uma vida (como mães) mais prazerosa. Compilou tudo num livro intitulado "Os 10 Hábitos das Mães Felizes". A Mulher do 31 tem vindo, às terças feiras, a escrever sobre cada um desses hábitos. Quem só agora entra nesta viagem pode sempre ler os textos anteriores da série | Mães Felizes | e continuar connosco. Hoje vamos abordar o nono hábito: Seja Dona da Sua Vida.

Talvez algumas de nós encarem esta questão como se isso revelasse egoísmo da nossa parte. Muitas de nós, acredito que foram ensinadas a pensar mais nos outros do que em si próprias. Por isso quando pensam em tomar a liderança da sua vida, cria-se um certo atrito interior. Mas, desiluda-se, ser dona da nossa vida é tomar as rédeas dela com liberdade e consciência... o que em nada se opõe a continuarmos a pensar nos outros.

Contudo para segurarmos o volante da nossa vida há que fazer um trabalho interior, que Meg Meeker resume em quatro passos:
  1. Decida viver das suas forças, não das fraquezas: diminuirmo-nos e lamentarmos retira-nos energia, e desconecta-nos do nosso centro. Quando não estamos em sintonia connosco próprias torna-se difícil que consigamos ser responsáveis e conscientes das nossas escolhas diárias. Ou seja, acabamos por nos deixar levar pelas circunstâncias, pelos palpites dos outros... portanto, o primeiro passo para reverter esta situação, é conhecermo-nos, sabermos o que somos, e focarmo-nos nas nossas qualidades, as forças do nosso carácter.

  2. Diga sim ou diga não, mas diga o que pensa: muitas de nós temos tendência para dizer sim a tudo, mesmo que a vontade fosse dizer o contrário. Existem as do contra, que preferem dizer não a tudo. Mas em geral acho que a educação ocidental levou-nos a concordar como forma de respeito. Desengane-se. Respeitar o outro é ser verdadeiro com ele. Respeitar-nos a nós, é sermos honestas connosco mesmas. Também existe outra tendência clara no nosso meio... quando temos de dizer algo que não vá de acordo com as expectativas do nosso interlocutor, justificamo-nos até à exaustão. Não fazemos isso frequentemente com os nossos filhos?! Este segundo passo pede-nos que digamos o que pensamos, e mantermo-nos serenas, sem discursos justificativos, nem pedidos indirectos de desculpa pela nossa honestidade. Isso vai fazer com que nos levem cada vez mais a sério, inclusive os nossos filhos.

  3. Diga a verdade - sempre: os segredos ou as omissões e as mentiras são traiçoeiros. Num primeiro olhar parece que nos ajudam, mas lá no fundo passam-nos a perna. Por um lado, quando omitimos ou mentimos, sabemos que o estamos a fazer. Logo aí a nossa consciência começa a ficar pesada, e a nossa atitude para com o outro não é mais autêntica e transparente. Por outro lado temos de andar cautelosas para não desmascarar a mentira ou a omissão... e isso requer muita atenção e cuidado da nossa parte. E mais, quando começamos a mentir, dificilmente podemos continuar a história apenas e só com a verdade. Quero com isto dizer, que as mentiras são como as cerejas: umas atrás das outras, uma pequena puxa uma maior. E os nossos filhos, que assistem a esta nossa atitude!? Seremos um bom exemplo!? Poderemos chamá-los a atenção quando nos mentirem ou omitirem!? Por isso, e por mais que nos doa a nós e/ou aos outros, opte sempre pela verdade.

  4. Controle a sua culpa: se queremos ser donas das nossas vidas não nos podemos deixar dominar por culpa, pois, caso contrário, será ela a dona da nossa vida. Existe um sentimento que podemos chamar de "culpa verdadeira" que nos alerta para actos que não foram realmente correctos da nossa parte. Normalmente esses actos têm consequências penosas para nós ou para os outros. E foram feitos com consciência. A "culpa falsa" é o oposto. São casos que criámos na nossa cabeça, mas sem grande fundamento. Esta culpa vive da suposição... "talvez se eu tivesse feito isto, então teria acontecido aquilo. Mas porque é que eu não me lembrei!?", reconhece este tipo de diálogo. A culpa falsa retira-nos ânimo e ocupa-nos muito tempo... a remoer. Se estiver na dúvida acerca do tipo de culpa, fale com uma amiga, um familiar ou um terapeuta. Peça-lhe opinião e tome as decisões que tiver de tomar - para arrumar esse assunto sem raízes verdadeiras, como acontece na culpa falsa; ou para concertar os estragos reais da culpa verdadeira. Mas tome o controlo da sua vida.
Pois é, na próxima terça feira já chegamos ao fim desta série, que tanto prazer me tem dado partilhar com vocês. O décimo hábito intitula-se: Não perca a esperança. E não vamos perder, pois não? 


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quinta-feira, 20 de julho de 2017

|A Mulher do 31| Chega ao Fim

Foto: Google Fotos

Ao longo de várias semanas, depois de 21 posts, chega ao fim a série |A Mulher do 31|. O blog permanece, com novas séries - dedicadas à mulher, à mãe, às famílias. Com este post quero dizer-te quem é a verdadeira Mulher do 31, que inclusive deu nome a este blog. Não é a mulher que mora na porta 31; nem que casou com um homem cuja alcunha era 31; nem a mulher que ia sempre sentada no último banco do autocarro 31, no lugar junto à janela... Eu nunca vi A Mulher do 31. Nunca a vi em carne e osso. Não a conheço, por assim dizer. Mas dedico-lhe este espaço, este local virtual.

"Ora, mas então como tomei conhecimento dela? Porque é que ela se chama assim? Quem é a Mulher do 31?" são perguntas que devem estar a povoar a tua mente. E digo-te que quando souberes vais ficar admirada... ou talvez desiludida.

A Mulher do 31 não é moderna. A Mulher do 31 não é do povo. Com a Mulher do 31 não é fácil de lidar. A Mulher do 31 coloca-nos, por vezes (e por nossa opção), deprimidas e desiludidas, sobretudo com a nossa pouca perfeição, isto se a tomarmos (de um modo pouco positivo) como exemplo para as nossas vidas.

Agora é que é. A Mulher do 31 é modelo. Não como a Sara Sampaio e as outras "anjos" da passarelle. É um modelo de mulher para um rei. Um modelo feito a partir dos conselhos de uma mãe a um filho. Um modelo baseado no que uma mãe ensinou a um rebento sobre aquela que seria a mulher adequada para ele. Qual não é a mãe que sonha com um óptimo casamento para o seu filho!?

Num livro muitíssimo antigo, e em muitos países vendido (em todos, quase que diria) e traduzido em muitíssimas línguas e linguagens... aparece um grande capítulo dedicado às coisas da vida. A encerrar esse capítulo apresenta-se a mulher ideal para o rei Lemuel.

Esse livro é para muitos (para mim também) para lá de precioso... e os seus conselhos são altamente importantes para qualquer vida. Se abrires a Bíblia, que enfeita a estante da tua casa, e a abrires no livro de Provérbios, no capítulo 31 (por isso o 31) e começares a ler a partir do versículo 10, poderás conhecer em primeira mão a mulher que lhe chamam: a mulher virtuosa... e que eu chamo A Mulher do 31.

Se antes ela incomodava-me pelas suas características... hoje gosto muito dela pelas mesmas razões. A Mulher do 31 não é uma forma na qual eu (ou tu) tenho de passar... é antes uma amiga inspiradora. E é isso que eu gostaria de ser também para ti, através deste blog: uma amiga inspiradora.

Agora, fico curiosa: de onde pensavas que tinha vindo, para este blog, o nome A Mulher do 31?


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terça-feira, 18 de julho de 2017

|Mães Felizes| Como Dar e Receber Amor

Foto: Pixabay.com
Há quem ache que o amor é um sentimento e que por isso não se pode aprender a amar, ou a aprender a receber amor. Este capítulo do livro "Os 10 Hábitos das Mães Felizes" mostra-nos que sim, é possível amar bem, amar melhor, amar com ordem, amar e receber amor de um modo mais saudável, e feliz. Meg Meeker é mãe e pediatra, e escreveu este livro para ajudar as mães a terem mais prazer na maternidade. Mas os seus ensinamentos adequam-se perfeitamente a qualquer pessoa... mãe, ou não.

Para que possamos aprender a dar e receber amor saudavelmente, a autora desenhou o que são os quatro campos em que nos devemos focar... (Este é o oitavo hábito da lista dos 10. Os anteriores podem ser lidos AQUI.)

  1. Corra riscos calculados: quando tomamos as rédeas da nossa vida, quando nos responsabilizamos pelas nossas decisões... estamos a dar-nos uma voz forte. Essa voz forte requer que corramos riscos, pois muitas vezes teremos de ser nós a tomar a iniciativa, a dar o primeiro passo e, sobretudo, a caminhar para a solução. Resolver os nossos problemas relacionais torna-se fundamental para que possamos amar saudavelmente. E isso é nossa tarefa assim que nos assumimos como líderes das nossas vidas. Ficar à mercê do tempo, dos outros e de qualquer coisa fora do nosso campo de acção é desresponsabilizarmo-nos. Por isso, se tem um problema, resolva-o. Se não consegue sozinha, procure ajude. Mas não fique passiva a ver a vida (e o amor) a passar.
  2. Não leve os seus entes queridos tão a peito: uma das dificuldades que todos nós temos, quando estamos muito ligados a alguém, é discernir as razoes profundas que estão por detrás dos seus actos (menos simpáticos) e agir sem que personalizemos isso. Provavelmente esses actos são o resultado de algum acontecimento do seu dia, ou um aspecto do seu carácter. Por exemplo, se o seu marido tem dificuldade, e faz comentários menos simpáticos, porque você gosta muito de falar ao telefone com as suas amigas, já pensou se não será que essa sua atitude desperte nele questões pessoais com as quais ele não sabe lidar!? Talvez ele seja uma pessoa introvertida e que gostasse até de ter a mesma atitude que você, mas não consegue, e por isso reage assim!? Ver o que poderá estar na raiz desses comentários, faz-nos levar menos a peito os nossos entes queridos.
  3. Aprenda a interpretar aqueles que ama, e deixe que a interpretem: cada um de nós tem uma maneira de falar. Estou certa que reconhece algumas expressões que são típicas dos seus filhos. E você mesma também terá as suas. No amor dá-se exactamente o mesmo. Os seus filhos terão um modo específico (ou vários) de expressar o seu amor (sem palavras). E o mesmo acontece consigo. Já pensou sobre isso? Nem todas as pessoas se sentem amadas pelos mesmo actos. Talvez eu me sinta amada quando o meu marido me escreve um postal. E você poderá sentir-se amada quando o seu lhe oferece jóias. Já por sua vez o seu marido, se receber jóias da sua parte, poderá não sentir tal acto como revelação do seu amor. Para descodificar quais são as linguagens de amor de cada um na sua família - onde também está incluída, irá tornar-se uma detective. A observação será a ferramenta de trabalho primordial. Depois do caso resolvido, abre-se espaço para testes. Experimente falar a linguagem de amor dos seus, e sinta-se à vontade para partilhar a sua.
  4. Manifeste amor mesmo quando não o sente: às vezes a rotina dos nossos dias leva-nos para longe do amor. Aos poucos vamo-nos afastando. Quando nos damos conta, criámos um muro frio entre nós. E depois para ultrapassar essa barreira requer-se esforço... da nossa parte, porque somos líderes das nossas vidas. Mas, claro, também da outra parte. E se não chegássemos a este ponto!? Mesmo nos dias que não sente a chama acesa, não fique parada. Seja dona da sua vida. Alimente o amor. Até nos dias em que o seu marido, por exemplo, a aborrece por qualquer motivo, ame-o. Como? Foque-se nas qualidades dele. Afaste do seu pensamento o que sentiu como negativo da sua parte. Decida-se por amá-lo. Não fique ao sabor das circunstâncias. Tome a decisão clara de o amor, no bem e no mal.

Estou convicta de que, ao lermos estes conselhos, nos sentimos perante uma montanha intransponível. Mas lembre-se que a fé move montanhas. Se acredita no poder da vida e do amor, esteja certa que é capaz. Claro que muitas vezes faremos diferente, e isso nos irá soar como errado, como uma falha nossa. Desengane-se. Errado seria não tentar... não prosseguir para lá da falha.

O nono hábito aborda a questão de sermos líderes das nossas vidas. Na próxima terça feira vamos conhecer o que Meh Meeker nos tem a sugerir para aprendermos a viver deliberadamente. 

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

|A Mulher do 31| O Nosso Investimento na Vida

Foto: Pixabay
De certo que tens dias em que estás cansada... estás desesperada.... que perdes o controlo das coisas... a casa... o trabalho... os miúdos... o casamento... os familiares... os amigos... e e e e e Mas depois há outros em que olhas para tudo isso e pensas: como sou grata por tudo o que tenho.  Será que mereces o que tens? Semeaste isso? Ou estás a colher frutos alheios?

Mesmo nos dias mais cinzentos, mesmo nos dias mais trabalhosos, mesmo nos dias mais pesados, mais tristes, mais sofridos... crê. As nuvens vão passar e terás o sol a iluminar-te... a trazer à luz o resultado do teu investimento na vida.

A Mulher do 31  é recompensada por tudo o que faz. A Mulher do 31 recebe os frutos do seu trabalho. A Mulher do 31 é elogiada pelos seus feitos.  A Mulher do 31 é conhecida pelos seus actos virtuosos. A Mulher do 31 vê as suas obras reconhecidas publicamente.

Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, ficará a saber em breve... na próxima quinta feira. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.


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terça-feira, 11 de julho de 2017

|Mães Felizes| Formas Simples de Viver

Foto: Kaboompics.com
Mais uma terça feira, mais um artigo da série |Mães Felizes|. Neste post vamos abordar o sétimo hábito: Descubra formas simples de viver. Este faz parte d' "Os 10 Hábitos das Mães Felizes", um livro escrito pela mãe e pediatra Meg Meeker.

Poderíamos dizer que o antónimo de simples é complicado. Este hábito sugere que nos deixemos, portanto, de complicações. Muitas vezes vivemos a nossa vida de um modo desorganizado, caótico, aos tombos... uma vida cuja interpretação da mesma é difusa, conturbada. A melhor maneira de viver de um modo simples é colocar ordem na sua vida. E ordem não significa rigidez, mas limpeza, organização, planeamento... enfim, dar lugar às coisas. Para a ajudar Meg indica três passos primordiais:
  1. Identifique e liste as suas prioridades: anda sem mapa, sem saber para onde quer ir, para onde se dirige!? Comece por delinear o seu propósito de vida. Esse é o destino da sua viagem. Ao identificá-lo, saberá depois escolher entre caminhos para o alcançar. Se o seu objectivo de vida é criar filhos saudáveis, então vai alinhar as suas prioridades de acordo com essa finalidade de vida. Aquilo que não contribuir para atingir a sua meta, será lançado fora. Se quer viajar para a Escandinávia a partir do centro da Alemanha vai para norte, e qualquer estrada que a levar para sul será colocada fora das suas escolhas, certo!? Por isso é tão importante que tenha identificado o seu propósito de vida... assim andará sempre por estradas que a levarão até mais perto do seu destino.
  1. Mude a forma como fala: ao criar as nossas prioridades devemos então ter um discurso condicente com as mesmas, não concorda? Se vou para a Escandinávia não vou falar acerca das maravilhas que vou encontrar na Itália!? Fale, portanto, para onde vai. Sabia que o que nós falamos tem muita influência no nosso pensar e agir? Por isso é tão importante que falemos coisas boas... acerca da vida em geral e de nós em particular. Crie uma lista das suas capacidades, dons, qualidades... e diga a si mesma, pelo menos uma delas todos os dias. Vai ver como se sentirá melhor e mais alinhada com o seu propósito de vida.
  1. Não se agarre com tanta força: viver de um modo simples é descomplicar, e também destralhar. Deite fora tudo aquilo que já não lhe serve... tudo aquilo que não a levará a atingir a finalidade que delineou para a sua vida. Se quer criar filhos saudáveis não guarde, por exemplo todos os doces que foi recebendo deste ou daquele. Dê a quem queira, ou não aceite, com toda a simpatia e delicadeza. Se o seu o propósito de vida é cuidar dos mais necessitados, então abra mão de algum tempo semanal para se dedicar ao voluntariado, por exemplo. A simplicidade está mais no dar do que no agarrar, ou no guardar para si.

Este livro está estruturado de uma maneira muito agradável de ler, mas também de aplicar às nossas vidas. Com histórias que nós rapidamente entramos em empatia e nas quais nos reconhecemos muitas vezes. Através dele conseguimos olhar-nos ao espelho, perceber mais de nós e querer ter ainda mais prazer na vida em geral, e particularmente como mães.

Na próxima terça feira já estaremos quase na recta final da abordagem desta obra publicada pela Vogais. O oitavo hábito vai ajudar-nos a dar e receber amor saudavelmente. Já estou curiosa. 

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sexta-feira, 7 de julho de 2017

|Receita| Batata Doce e Beterraba com Bacon (Perú)

Na sexta passada partilhei convosco a | Salada de Atum e Abacate em Wrap de Alface |. Hoje é a vez de uma receita que dá para qualquer refeição: pequeno almoço, almoço, jantar... cá em casa já foi provada e aprovada.

Foto: Ana Filipa Oliveira


INGREDIENTES
300 gramas de batata doce descascada e cortada aos cubos
150 gramas de beterraba descascada e cortada aos cubos
4 fatias de bacon de perú cortado aos cubos *
150 gramas de cebola cortada aos cubos
1 colher de sopa de óleo de coco derretida
Sal marinho e pimenta

PREPARAÇÃO:
1. Pré-aqueça o forno a 200 graus.

2. Espalhe, num tabuleiro de ir ao forno e numa única camada, a batata doce, a beterraba e a cebola. Tempere a gosto com o sal marinho e a pimenta.

3. Com o óleo de coco regue a mistura da batata doce com a beterraba e a cebola. E misture bem com as mãos. Coloque no forno até ficar tostado.

4. Numa frigideira, em lume médio, coloque os cubos de bacon de perú a fritar na própria gordura, até que fiquem crocantes, o que deve levar cerca de 10 minutos.

5. Adicione a mistura, retirada do forno, ao bacon. Salteie e cozinhe por 5 minutos. Sirva de imediato.

* quem preferir pode usar o bacon de porco. Fica saboroso, embora o de perú seja mais saudável. Contudo não é fácil de encontrar.


Se deixarem tudo cortado de véspera, é um pequeno almoço rápido de fazer, delicioso e que nos dá energia para o dia. Que tal preparem tudo para amanhã?


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quinta-feira, 6 de julho de 2017

|A Mulher do 31| As Raízes da Nossa Beleza

Foto: Pixabay
No outro dia, numa conversa em que chorava copiosamente por me sentir desesperada, uma amiga dizia-me que eu já não tinha aquele brilho. Eu sei do que é que ela fala. A minha perda de fé na Vida levou-me a que ficasse com os olhos baços, com o discurso pobre, com os lábios descaídos... e a minha beleza, a minha luminosidade, evaporou-se.

Todas temos momentos em que estamos mais fracas, mais cabisbaixas, mais desiludidas, mais desencorajadas... fases em que parece que só vemos a preto e branco... etapas em que só falamos negativamente... e parece que nada tem solução.

E é essa falta de fé na Vida, no Amor, na Paz, na União... que nos torna feias. A nossa beleza verdadeira vem do íntimo, e essa é real, presente e luminosa. A outra é enganosa e passageira, alicerçada em produtos de cosmética e maquilhagem.

Devemos, por isso, não cuidar de nós? Não tratar do nosso corpo, do nosso aspecto...? Claro, que não. Mas devemos estar conscientes que não há qualquer maquilhagem, roupa ou hidratante, que disfarce o que o nosso íntimo queira reflectir.

A Mulher do 31 cuida da sua beleza, sem pudor, com a certeza que as raízes dela estão na fé - na Vida, no Amor, na Paz, na União...


Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, um dia saberá. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.


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quarta-feira, 5 de julho de 2017

|Media| Factos em Doses Moderadas

Raramente leio notícias, ou vejo telejornais. Há pouco tempo activei os feeds de alguns meios de comunicação... e comecei a seguir alguns no Twitter. Agora já vou sabendo mais ou menos o que são os temas do dia, o que está na agenda do momento. Mas mesmo assim, não me aprofundo. Passo os olhos, como se costuma dizer. Leio as gordas! Cada vez mais estou convicta que para a saúde do ser humano há que se consumir uma dose moderada de factos (e supostamente as notícias abordam factos)... é que às tantas somos seres informados, mas - ao mesmo tempo - somos seres desconectados, do Eu, do Aqui e do Agora. 

Foto: Pexels

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terça-feira, 4 de julho de 2017

|Mães Felizes| Liberdade para lá dos Medos

Foto: Kaboompics.com
Meg Meeker, mãe e pediatra, escreveu um livro com o título "Os 10 Hábitos das Mães Felizes". Ao longo das últimas terças feiras, A Mulher do 31 tem vindo a abordar esses hábitos na série |Mães Felizes|. Hoje abrimos portas ao sexto: "Liberte-se dos medos".

Se há quem pense que o oposto de amor é ódio, engana-se. O oposto de amor é medo. É o medo que nos trava de agir, ou que nos impele a agir, sem a liberdade e a entrega do amor. É também o medo que nos bloqueia, muitas vezes, de dar e receber amor. O medo fecha-nos, enquanto que o amor torna-nos receptivos, abertos aos outros e às situações.

Para travar o processo do medo em nós é preciso trabalho. O bom disto é que existe um troféu esplendoroso no final: liberdade. Estas são as três chaves para abrir os cadeados dos medos em nós:

  1. Clarifique o medo: comece por identificar o medo e a sua raiz. E como é que faz isso? Exactamente por meio de perguntas. Questione-se. Indague o que está por detrás desse sentimento. E é importante que não meta todos os sentimentos no mesmo saco. Procure saber se é mesmo medo. Para podermos combater, é preciso conhecer o adversário. Quanto mais o conhecermos, mais fácil é de ganharmos a luta.
  2. É preciso uma franqueza brutal: para que este processo, de interrogar-se a si própria e às suas acções, se torne realmente proveitoso e com efeitos duradouros, necessita de ser muito transparente consigo mesma. Falar dos seus medos é essencial. Se puder falar com alguém sobre eles, ainda melhor. Assumir que se tem uma luta faz a diferença na hora de a vencer.

  3. Dessensibilizar, passo a passo: a única maneira viável de ganhar a batalha é enfrentar o inimigo. Não fuja dele. Vá até ele. Coloque-se várias vezes, por tempo mais longo, perante o seu medo e avance. Vai chegar a alguma altura que ele já não a controlará  mais, mas sim, você a ele.
Eu tenho medo de dar comida em pedaços maiores à minha filha de um ano. Porquê? Porque vivi três episódios muito intensos com o meu filho mais velho, quando era pequeno, engasgado e com dificuldades em contornar a situação. Posso dar comida passada à Mariana até ela ser grande. Mas acho que isso não seria a melhor solução. O que é que tenho feito? Acalmado. Entrado em diálogo interior positivo comigo mesma. E dando-lhe pedaços maiores de comida. Certo é que ela já se engasgou por duas vezes com um pedaço de pêssego. O primeiro pensamento é o de voltar atrás. Recuar. "Já nunca mais lhe dou pêssego!", o que seria tolo, pois pode engasgar-se até com a própria saliva. Ou "Vou voltar à comida esmagada!" Assim, teria ganho o medo, e não o amor. O amor de cuidar do crescimento dela. Faz parte engasgar-se. Está a aprender a lidar com a comida. E ela das duas vezes consigo dar a volta à questão, apesar do susto... para mim e para ela. 

Pessoalmente alegro-me de estar a ler este livro. E de o partilhar convosco. Tem sido muito bom para me (re)lembrar de muita coisa. Na próxima terça feira cá estaremos para abordar o sétimo hábito: Descubra formas simples de viver.


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|Parentalidade| A Graça, sem Graça Nenhuma

Quando se é pequenino, tudo tem graça. Mas quando se cresce e repetem as mesmas graças, já não tem piada nenhuma. Quando o Guilherme era um menino pequenino, tinha graça vê-lo argumentar, dando-nos respostas que nos desarmavam. Agora que o Guilherme é um matulão de 11 anos já deixou de ter graça o seu poder argumentativo (às vezes sem lógica, só com o intuito de picar os miolos!)... passou a ser um desafio para os pais... em termos de nervos e também de poder argumentativo... ou talvez persuasivo: de que ele acabe com as respostas com graça, sem graça nenhuma.

Lembrei-me ao ler o post no blog Entre Biberons e Batons.



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