domingo, 28 de agosto de 2016

É o fado a vibrar em mim

Serei saudosista ou melancólica por gostar de falar de memórias... de as rever... de as escrever...?! Estarei eu presa ao passado, negligenciando o presente, ao rever o que foi de outros tempos!? Não sei.
Tenho andado a compilar, num espaço só, todos os blogs que tive, e isso tem-me dado prazer... não pela qualidade dos posts, mas porque cada partilha carrega em si um traço de um momento... porque através da sua leitura viajo até a um tempo, a um episódio, a um estado de alma... e recordo-o... yeah, talvez com nostalgia... será que isso quer dizer que o meu presente não é fascinante o suficiente para me cativar, e eu, assim, olho para trás!? Não creio. Mas começo a achar que isso atrapalha-me. Enquanto leio, não escrevo, por exemplo. Enquanto leio algo do passado, não escrevo algo do e no presente.
Hoje quebrei essa corrente. Estou aqui a escrever. [Talvez isto tudo seja apenas o fado a vibrar em mim... tão português.]

Divagação embrulhada em muito sono e pouco discernimento. É, apeteceu-me escrever sem ser sobre os filhos, sobre o externo... mas o que está a borbulhar dentro de mim. [Estou mesmo com sono. Adeusinho.]

sábado, 27 de agosto de 2016

Eu sou do tempo

Do tempo em que a internet não era coisa tão acessível como hoje, que não era tão rápida e cheia de soluções. Era experimental, às vezes on, outras vezes off. E que, muitas vezes, tínhamos de ir a um cibercafé, porque não tínhamos ligação em casa. Do tempo dos chats num formato impessoal, sem fotografias e audio, apenas troca de palavras. Do tempo em que ainda se era mais anónimo. Do tempo em que se tinha um nickname muito estranho, a ver com nada, e que conversávamos com outros com nicknames às vezes ainda mais estranhos do que os nossos. Do tempo em que não havia "livro de caras" online e que a vida ainda era um pouco mais privada. Do tempo em que para escrever num blog, escrevia-se primeiro no Word, para não se perder os textos, caso o backoffice desse erro ou fosse abaixo. Do tempo em que os blogs eram mais texto do que imagens. Do tempo em que ser blogger era para desocupado... e poucos sabiam o que isso era. Do tempo em que se usava disquetes para armazenar alguns textos e poucas imagens, pois essas ocupavam muito espaço. Do tempo em que cameras digitais e telemóveis, com capacidade fotográfica, era uma miragem. Do tempo em que digitalizava-se fotografias em papel para poder ter fotos online. Do tempo em que havia mais ar para respirar na internet... não era tudo tão cheio e cheio de ofertas.
Mas também sou deste tempo que é tudo bem mais fácil, mais intenso, mais rápido, mais on, mais digital, mais acessível, mais cheio de ofertas e soluções, mais cheio de imagens e sons, mais cheio de vida pública e publicada... do tempo em que blogger é uma profissão, blogger é para gente cheia de actividades... do tempo em que cada um pode ter uma máquina fotográfica digital ou/e um telemóvel que fotografa.
E ainda serei de outro tempo, se Deus assim o permitir... E este agora, será passado.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Aventuras e Birras Partilhadas

Há momentos entre a Mariana e o Guilherme que me fazem voar na minha história... até cerca de 36 anos atrás. Eu nasci a filha mais nova. Tive (e tenho) o privilégio de ter um mano mais velho. Claro que sou incapaz de me lembrar dessa fase precoce da minha vida, mas a Mariana e o Guilherme permitem-me imaginar como foi esse tempo, em que fui recebida na minha família, e em especial pelo meu irmão.
Ele tinha oito anos a mais do que eu. Viveu, portanto, um reinado de quase uma década sem dividir atenções. Viveu sozinho, sem a companhia de uma outra criança... para partilhar as aventuras e para criar brigas sem norte. De repente, cá estava aquele pequeno ser que mexia com toda a família. A dinâmica da casa era outra, era nova, era estranha para ele, habituado a outro ritmo... Mas ao mesmo tempo era tão doce poder olhar para aquela bonequinha, tocá-la, vê-la a fazer as suas gracinhas... o primeiro sorriso...
Não sei se os meus pais o deixaram participar dos cuidados comigo. Nem sei se ele quis. Não sei se o mandaram calar para não acordar a irmã, que dormia. Não sei se deixou de fazer algo que gostava, porque eu vim estragar a festa, sendo a prioridade. Não sei se ele quis mostrar-me aos amigos e se os pais o fizeram. Não sei se chorou ao ter-me no colo pela primeira vez. Não sei se todos os dias, quando acordava, a primeira coisa que fazia era dar-me os bons dias. Não sei se ele me empurrava no carrinho todo orgulhoso pela rua fora. Não sei...
Não sei... mas estou certa, que mesmo que não sejamos os irmãos mais lamechas do mundo, mesmo que não falemos muito frequentemente, nem falemos directamente das coisas mais profundas das nossas almas... mesmo assim, sei, estou certa, que podemos contar um com o outro, e que a vida é bem melhor acompanhada, partilhando as aventuras e as birras... em criança e em adulto.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Sorrir... com os Sonhos e os Planos

Estamos sorridentes. Estamos ansiosos. Estamos a contar os meses. Faltam menos de dois... para esta princesinha conhecer o colo para além do da mãe, do pai e do mano. Para ela poder receber o carinho dos que a amam, mesmo sem que ainda a tenham tocado. Amor não é concreto, é abstracto. Aquilo que nos une, ultrapassa o espaço e o tempo. O tempo que falta, e os quilómetros que nos separam.
[Eu e o Gui andamos com a esperança de no próximo verão passar seis semanas em Portugal. Mesmo que não passe de um sonho, tem-nos feito sorrir. E sorrir faz tão bem à alma!]

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

O Amor em Forma Líquida

Há uns dez anos atrás tirei uma fotografia à minha sobrinha mais velha a dar biberão ao Guilherme. Há uns dias atrás tirei uma fotografia ao Guilherme a dar biberão à Mariana. Gerações! Para que conste: biberão com leite materno, apesar das dificuldades do momento, como partilhei num dos post anterior.
Expliquei ao médico da Mariana que estava praticamente sem leite nas mamas (técnicos da área da saúde disseram-me que é incorrecto dizer "peito" et voilá sou bem mandada) e ainda lhe disse que tinha de recorrer à fórmula. Ele nem por um minuto foi pelo caminho mais fácil... insistiu que eu precisava de beber mais água (muita água). Aconselhou-me a colocar uma garrafa de água em cada divisão da casa, para me ir abastecendo. Ainda me incentivou a deixar tudo e descansar. Que os familiares cuidassem da casa e do mais velho, para eu repousar! Segundo ele, o stress é prejudicial. Pois, mas a nossa família está a alguns milhares de quilómetros de distância. Portanto, há que fazer o melhor com os recursos disponíveis.
Ultimamente a Mariana tem recebido um biberão de fórmula ao final do dia, pois é nessa altura que a situação se torna mais problemática: não tenho quase leite nenhum e ela chora de desespero. Além disso ninguém consegue dormir profundamente de barriga vazia, certo? Ela também não.
Se me custa? Claro que sim. Como disse, tinha uma meta e estou com dificuldades elevadas para a atingir, o que me entristece... e custa, pois tenho que fazer uma gestão maior, ou mais controlada, do meu leite: extrair mais vezes, beber mais água/líquidos, (tentar) descansar mais, (tentar) comer melhor e no meio disto tudo conseguir manter a Mariana saciada, o que nem sempre é fácil. E porque é que ainda continuo nesta luta? Porque ainda há sinais de que é possível, que não está perdida. O facto da Mariana aumentar de peso é um óptimo indicador. Até quando? Não sei.
Mas, com leite materno ou com artificial, estes momentos são e serão sempre de intimidade (familiar) e permanecerão para sempre na nossa memória. (Mais que não seja através desta fotografia!)

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Cor e Dor

O cor de rosa invadiu o universo azul cá de casa. Estava habituada ao mundo dos meninos. Há quem diga que não existe diferença entre educar um menino ou educar uma menina. Eu acredito que sim, que existe diferença. Ainda me lembro quando fui comprar o material escolar da primeira classe para o Guilherme e ele reclamou da capa do bloco de papel de desenho. Juro que eu nem dei conta do caso, não fosse ele a reclamar. Na capa estava uma fada... e isso é de menina. Eu, como estava habituada a comprar material para a menina que sou, nem dei conta do pormenor. Resumindo tive que ir comprar um novo bloco desta vez com um motivo mais neutro: um animal.
Bem, mas estava a contar que estava habituada ao meu menino. Não só nas cores que ele vestia, nos detalhes que ele preferia no bloco de papel, mas também ao seu carácter forte, rijo, resistente... e também pacífico, sereno... a Mariana tem-me testado com novas características. É sensível, chorona e reclama sem cessar por aquilo que quer até conseguir. Mas ontem não conseguiu.
Ontem fomos ao médico e foi vacinada pela primeira vez. Foi daqueles dias que não contam para a alegria de ser mãe. Aqueles dias que antes deles nascerem não fazem parte dos nossos sonhos, dos dias cor de rosa que vimos no nosso filme... Mas fazem parte. E têm de se viver, não dá para passar a outro.
Um dos testes pelo qual ela me fez (e faz) passar é o de chorar ao ponto de ficar completamente vermelha e com a respiração sustida. Foi o que aconteceu ontem no consultório, mas numa versão extrema. Pensei que ela desmaiava e eu a seguir. Mesmo depois de receber as duas vacinas injectáveis, uma em cada perna, e uma bebível e desta cena, o choro continuou. Mal conseguia ouvir o médico. E de tal modo foi que ficou cansada e adormeceu no carro, sem querer saber de mamar. O irmão, que nos acompanhou, ficou aflito por ela e dizia que não a conseguia ver assim.
Com o Guilherme era suave o processo. Ele não se queixava muito. Com ela, aprendo a conhecer limites meus que ainda estavam por explorar e a acreditar que Deus nos faz fortes nos momentos de aflição. É aí que nos superamos e que percebemos de que carne e espírito somos feitos. Nem sempre é fácil. Não. Mas sempre pode ser transformador.

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Novo Recorde

Tenho um novo recorde, mas infelizmente nestas olimpíadas não chego à meta como esperava.
Na semana passada comemorou-se a Semana da Amamentação. E eu estava na luta por ela. Mas às vezes é mesmo assim, há que nos render às evidências.
Já há uma semana que notávamos uma irritação quase permanente da parte da Mariana. Mamava e lutava com a mama. Parava de sugar, chorava e abanava-se como se estivesse chateada. Inicialmente pensei que seria por causa do ar, pois coincidia, que ao colocá-la ao meu ombro, acabava por arrotar, ou libertava um gás. Depois as mamadas começaram a ser mais frequentes, até que passou a ser quase de hora a hora, e este episódio passou a estar presente em quase cada mamada. Ok, peguei numa garrafa de fórmula que tinha para a eventualidade, e dei-lhe. Como é maravilhoso ver um bebé satisfeito!
Entretanto tinha falado com a parteira sobre o meu peito que parecia vazio, da reaccão da Mariana... e ela mandou-me extrair leite pela manhã durante 10 minutos. Falei-lhe da pílula que o médico me tinha passado. Parece que depois de se começar a tomar a pílula, o corpo pode levar uma semana a estabilizar, pois sofre novo "choque" hormonal. Mas no meu caso já passou mais do que isso.
Posso encontrar vários motivos para a produção baixar, para além da pílula, como fraca ingestão de líquidos e cansaço, mas a verdade é que nunca fui uma fonte que sempre jorrasse abundantemente. Mas a minha esperança é que conseguisse chegar, pelo menos, até aos seis meses. Em exclusividade parece que não vou chegar, mas talvez em complemento. No entanto, ter feito este caminho até aqui já é uma vitória e um novo recorde, pois com o Gui amamentei apenas uma semana em exclusivo e com muito mais dificuldade e resultados menos sorridentes.
Continuo, contudo, a prosseguir nos esforços. Ainda estou na corrida. Chá de funcho, cerveja sem álcool, muita água, suplementos vitamínico... são alguns dos conselhos que sigo. E extrair, pelo menos, cinco vezes ao dia.
Como podem ver nas bochechas da Mariana, os efeitos da fraca produção leiteira cá de casa não se fizeram sentir. E assim comemorámos ontem o seu segundo mês de vida.

sábado, 6 de agosto de 2016

Next to me, or not

O Guilherme dormiu ao nosso lado até para lá de um ano, se não dois!? Primeiro na alcofinha. Depois na cama de grades. Sobretudo por uma questão de falta de espaço. A Mariana também dorme ao nosso lado. Até quando? Não sei, mas a ideia era até aos seis meses. Era? Sim, porque com o cansaço destas noites, já pondero uma alteração de planos.
Quando estávamos a fazer a preparação para o parto, a parteira aconselhou a que o bebé dormisse no quarto dos pais, devido à morte no berço. Consta que ajuda a que o bebé não entre num sono demasiadamente profundo, o qual poderia abrir portas a esse fantasma da primeira infância: morte súbita. Isto porque como os pais estão no quarto e, durante o sono, vão-se mexendo, e alguns imitem sons, os chamados roncos (não é o caso de nenhum de nós, mas podia ser!), o bebé tem sempre estímulos para manter um nível de sono que lhe permite, por exemplo chorar se sentir a manta sobre ele, o que se não acontecer, poderá levar a uma asfixia.
Eu desconfio que no meu inconsciente o que me convenceu foi o facto de ser mais cómodo, pois quem dá mama, não precisa de se levantar. E com a caminha da Chicco que comprámos, é só esticar a mão para repor a chucha, quando cai daquela boquinha linda, mas muito sonora, para que conste. Chicco Next2Me tornou-se também uma escolha evidente, pois gostamos de viajar, e este berço desmonta-se e transporta-se com muita facilidade. Para além disso, tem rodas para poder levar do quarto para a sala. Pelo menos era essa a ideia, mas os cálculos saíram ao lado... digamos que existem alguns obstáculos no caminho cá em casa, que não o permitem. É uma pena, mas não deixo de estar muito satisfeita com a compra.
Só que há um "mas". Ter a cama colada à minha, ter a Mariana à distância de um estender de braço, faz com que:

  • desperte com cada mínimo barulho (agora já não tanto pelo cansaço acumulado, mas mesmo assim..)
  • reaja a cada choro
  • dê de mamar praticamente sem saber o que estou a fazer, isto é,como não me levanto para dar de mamar, dou adormecida e até adormeço por breves segundos (conheci quem tivesse adormecido a dar a mama... o que não acabou mal, mas podia) 
E cá entre nós, que ninguém lê, não é a coisa mais romântica ter a nossa intimidade conjugal com um pequeno ser ali mesmo mesmo ao lado. Ou será mais uma vez os meus preconceitos e afins? Sou a única a achar?
Resumindo, ando-me a questionar se realmente é benéfico ter o berço da Mariana mesmo ao meu lado... onde fica a minha sanidade mental, se isto continua assim!? No outro dia andava à procura dos pinhões para o Pesto e tinha-os colocado no frigorífico. Não é grave, acontece. Como acontece ter que por a mão no lixo, porque mandei para lá a cápsula do café, que ia beber, juntamente com as já usadas. 
Dos seis meses só faltam praticamente quatro meses, o que significa duas vezes o tempo que já passou. Vá, mas pronto, a tendência é de melhorar. E tenho fé de recuperar o meu "tico" e o meu "teco" no final deste meio ano de Mariana next to me

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Mariana na Selva

Há dois dias que mora cá em casa uma catrefada de animais. Temos uma borboleta amarela e uma vermelha que dão luzes. E eles todos juntos fazem músicas animadas. As suas cores avivaram a nossa sala. E estes não largam pêlo pela casa, nem trepam aos móveis, nem rasgam o sofá... são muito obedientes: on e off. A Mariana ainda não sabe se gosta, ou não. São mais as vezes que desvia o olhar deles, do que os fixa com os seus dois grandes berlindes cinzentos (eu diria que são azuis, mas não há que especular!).
O tapete de actividades estimula os sentidos dos pequenotes... e dos grandotes também, que eu bem fico fascinada com tanta cor, forma, barulhos... Escolhi este tapete da Mattel/Fisher-Price por ser muito completo e versátil. Por exemplo os bonequinhos podem mudar-se de lugar, e tanto podemos colocar pendurados, como agarrados ao próprio tapete, para que os nossos bebés possam treinar o estar de bruços e o estar de barriga para cima. E além disso, podemos tirá-los e pendurá-los no ovo, quando saímos, ou no berço (caso tenha suporte para isso).
Estou ansiosa por vê-la a divertir-se à grande com o enorme potencial que esta selva tem... e o melhor é que esta é uma selva sem perigos à espreita, com mil e uma aventuras à espera de serem vividas. (Sim, um dia ainda sou apanha de barriga para cima com os olhos fixos nas borboletas esvoaçantes e a fazer gugu dádá!)

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Ao pé da Porta

Nestas quase oito semanas pouco tenho saído de casa. Algumas vezes para ir ao médico e poucas para conviver com os amigos. Porquê? Uma das razões acho que dá para notar nesta foto, se tomarem atenção aos meus olhos: inchados de sono. Ou seja, cansaço. E que se note que esta foto foi tirada ao final do dia. Um dia em que decidi que era o início das nossas saídas do ninho para momentos de lazer diário. Como uma amiga diz, ela já está rija, por isso, digo eu, também já está boazinha para ir para a rua com a mãe. Esta era outra das razões porque não tenho saído de casa com frequência, tinha receio por ela ser tão pequenina. Talvez possa ainda existir também uns restos daquela preguiça que vos falei... daquela quando o Gui era bebé e a montanha afinal era uma borbulha!
Para sairmos da nossa zona de conforto, a técnica passo a passo é das melhores. Ser lançada aos lobos, ou empurrada em água fria, pelo menos para mim, traz-me revolta, e não uma experiência pacífica e gratificante. Por isso, passo a passo. O primeiro foi para dar uma volta no bairro. Primeiro saímos com o carrinho, mas começou a chover, depressa voltámos para casa. Quando voltou a abrir, fomos de sling. (Parece que alguém está à espreita!)
Hoje estou a pensar em ir visitar uma amiga na cidade mais próxima. O tempo por aqui está chuvoso e cinzentão, por isso não dá para passeios longos na rua. Mas passo a passo vamos desabrochar para a vida.
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