terça-feira, 9 de agosto de 2016

Novo Recorde

Tenho um novo recorde, mas infelizmente nestas olimpíadas não chego à meta como esperava.
Na semana passada comemorou-se a Semana da Amamentação. E eu estava na luta por ela. Mas às vezes é mesmo assim, há que nos render às evidências.
Já há uma semana que notávamos uma irritação quase permanente da parte da Mariana. Mamava e lutava com a mama. Parava de sugar, chorava e abanava-se como se estivesse chateada. Inicialmente pensei que seria por causa do ar, pois coincidia, que ao colocá-la ao meu ombro, acabava por arrotar, ou libertava um gás. Depois as mamadas começaram a ser mais frequentes, até que passou a ser quase de hora a hora, e este episódio passou a estar presente em quase cada mamada. Ok, peguei numa garrafa de fórmula que tinha para a eventualidade, e dei-lhe. Como é maravilhoso ver um bebé satisfeito!
Entretanto tinha falado com a parteira sobre o meu peito que parecia vazio, da reaccão da Mariana... e ela mandou-me extrair leite pela manhã durante 10 minutos. Falei-lhe da pílula que o médico me tinha passado. Parece que depois de se começar a tomar a pílula, o corpo pode levar uma semana a estabilizar, pois sofre novo "choque" hormonal. Mas no meu caso já passou mais do que isso.
Posso encontrar vários motivos para a produção baixar, para além da pílula, como fraca ingestão de líquidos e cansaço, mas a verdade é que nunca fui uma fonte que sempre jorrasse abundantemente. Mas a minha esperança é que conseguisse chegar, pelo menos, até aos seis meses. Em exclusividade parece que não vou chegar, mas talvez em complemento. No entanto, ter feito este caminho até aqui já é uma vitória e um novo recorde, pois com o Gui amamentei apenas uma semana em exclusivo e com muito mais dificuldade e resultados menos sorridentes.
Continuo, contudo, a prosseguir nos esforços. Ainda estou na corrida. Chá de funcho, cerveja sem álcool, muita água, suplementos vitamínico... são alguns dos conselhos que sigo. E extrair, pelo menos, cinco vezes ao dia.
Como podem ver nas bochechas da Mariana, os efeitos da fraca produção leiteira cá de casa não se fizeram sentir. E assim comemorámos ontem o seu segundo mês de vida.

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