domingo, 8 de janeiro de 2017

|Férias| Ao que sabem

Há sete anos que vivemos neste país maravilhoso, caso contrário não estaríamos aqui. E mesmo assim, falta-lhe muita coisa... por isso de vez em quando lá vamos nós abastecer-nos daquilo que é importante. 
No início planeava com antecedência as nossas férias em Portugal. Quando entrava no avião já tinha uma agenda bem recheada. Chegada a solo português era uma corrida contra o tempo, que resultava num cansaço bom, embrulhado nos abraços dos amigos reencontrados, na partilha de histórias, de risos e de boa comida. 
A comida da sogra levava-me sempre a trazer uns quilos extra de volta. Mas não só. As idas ao café e o belo do Pastel de Feijão, pelo qual sou apaixonada, não me davam tréguas. Quer dizer, ainda hoje é assim. O que deixou de ser é o plano detalhado. 
Agora aterro na Portela sem agenda fechada... tudo em aberto. Só que há sítios que são emblemáticos. É coisa básica, mas que me dá prazer. Gosto de ir ao Centro Comercial Vasco da Gama e, sobretudo, vaguear livremente, sem relógio a pressionar-me, pelos corredores da FNAC, mais em concreto dos livros... e às vezes até dá para tomar um cafezinho, com uma amiga que fez uma pausa, para podermos estar juntas. À Portugália, quando não vai a família, vamos só nós os dois. Também a dois vamos ao cinema. E estes lugares que são uma espécie de referência para nós, são tão simples, mas enchem-me os pulmões para mais uma temporada em terras germânicas.
Regressámos há pouco de mais uma ida ao nosso ninho... e algumas destas coisas ficaram por fazer, muitos amigos por reencontrar, vários sítios por visitar... se Deus quiser, é da próxima... pelo menos vamos sempre com a mesma esperança.

Foto: Ana Filipa Oliveira/ 2010

Beijinhos a todos e até já!


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