quinta-feira, 18 de maio de 2017

|A Mulher do 31| A Marca que Deixas

Foto: Pixabay

Que qualidade tu personificas? Será que os outros reconhecem em ti força, energia, dignidade, respeito, optimismo, confiança...? 

Se no passado era cuidada em exagero a imagem que os outros tinham de nós, hoje parece que ninguém se preocupa com a opinião alheia. Mas queiramos ou não, deixamos sempre uma marca naqueles que se cruzam connosco.

Nos dias que correm encontramos em vários livros a instrução para um a vida feliz: pensarmos apenas em nós e não nos preocuparmos com o que os outros dizem acerca de nossa pessoa... como se fossemos indivíduos estanques, sem contacto com outros, como se não vivêssemos dentro de um sistema, em que todos interagem com todos, mesmo que de forma indirecta. Não somos ilhas, não somos seres isolados.

É sempre bom pensarmos sobre aquilo que nos dizem. Se alguém tem certa imagem de nós, existirá de certo uma razão para tal. Claro que isso não nos deve derrubar, ou levar a uma culpabilização... mas devemos de aprender com aquilo que se revela aos nossos olhos.

Posto isto, que imagem passas para os outros? A medrosa? A coitadinha? A arrogante? A egoísta? 

A Mulher do 31 deixa a marca de força e dignidade por onde passa. É uma mulher optimista, que perante o futuro sorri de braços abertos.


Quem não sabe quem é a verdadeira Mulher do 31, um dia saberá. Ainda não sou eu! Mas é exemplo para mim.


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4 comentários:

  1. Realmente o teu post deixou o que pensar.. :)
    Beijinhos e bom fim de semana**
    _________________________
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    1. Que bom que assim é!
      Desejo que tenham um óptimo fim de semana. E voltem em breve :-)

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  2. Esta questão é bastante interessante mas de todo linear.

    Eu aprendi com os anos a deixar completamente de lado o que os outros podem pensar de mim, simplesmente porque isso retrai demasiado as pessoas e se há coisa mais desconfortável na vida é termos de ser outra pessoa para além de nós pelo puro intuito de agradar os outros.

    Muitas vezes, especialmente em Portugal, fui considerada arrogante por esta mesma questão, pelas mesmas pessoas que, depois de me conhecerem realmente, gostam de mim e estão desde então do meu lado.

    Um dos meus mottos e que adoro em todas as pessoas é o poder da individualidade. Seres simplesmente quem és sem tirar nem pôr, sem preconceitos ou retrações (sem nunca causar propositadamente mal a alguém, óbvio!). Isso só vai atrair quem de facto faz sentido na minha vida e me aceita tal como sou.

    É assim que eu sou feliz e consigo fazer quem me rodeia igualmente feliz.

    Uma coisa diferente é saber ouvir os outros e tirar o melhor partido do que nos ensinam. Essa é uma outra questão. :)

    http://pt.witkonijn.net/

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    1. Olá, Inês!

      Bem vinda a este espaço virtual. Hoje há novidades. Novo look e novo texto.

      Obrigada pela tua partilha. Sim, é verdade, não é linear. E a linha que divide individualismo de egoísmo, ou de auto estima e prepotência... às vezes é ténue. Por isso é um tema em que devemos realmente reflectir.

      Desejo que continues feliz :-)

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