Recebi uma mensagem de uma leitora. Fiquei estupefacta! Parece, então, que não escrevo apenas para mim. Que bom! Muito simpaticamente partilhou comigo que existe um serviço - também online - muito bom para quem quer emagrecer. Ora espreitem o perfil do Diário de uma Dietista. Pelo que me explicou as consultas online ajudam na reeducação alimentar e, segundo a sua experiência, tem funcionado. Sozinha era um processo difícil e assim já perdeu 6 quilos desde Junho. E o melhor é que sublinhou que isso acontece sem fome e um plano que a deixa satisfeita. Quem não quer? Fiquei tentada.
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| Foto: Ana Filipa Oliveira/ 2016 |
Mais simples ainda, pelo menos APARENTEMENTE, é beber muita água. E bem que eu preciso para ganhar outro desafio: o da amamentação. E até isso é uma batalha interior!? Tenho que me empurrar, tenho que me puxar, tenho que me obrigar a pegar na garrafa e beber.
Já viveste algo semelhante, com certeza! Se calhar querias deixar de fumar e não conseguias; ou sabias que aquele curso era importantíssimo para o teu trabalho, mas arranjavas mil e uma desculpas para não o fazeres agora... tantas situações em que podemos sentir dificuldade em ultrapassar a nossa zona de conforto ou vencer as nossas guerras interiores.
Eu tenho de certo um sabotador interno que não me quer deixar viver saudável e bela. Só que ele já deu nas vistas. E o primeiro passo para a mudança é a consciência. Assim de mansinho lá vou dando conta dos seus truques, e agora há que arregaçar as mangas e fazer-lhe frente. É que a barriga só tem graça quando transporta uma vida em crescimento. Deste resto, quero eu ver-me livre.
As características pessoais em si não são boas nem más. O modo ou o objectivo para que as usamos é que lhes dão esses adjectivos. Dizem que sou teimosa. Ora que bom! Agora estou a colocar a minha teimosia à prova... para atingir uma óptima meta: recuperar a produção do leite materno.
Tinha contado no post Novo Recorde como estava a situação no início de Agosto. Posso dizer que piorou ao ponto de estar a dar 4 biberões de leite artificial à nossa princesa; de já não sentir a dor própria do leite a descer, nem a dor própria da mama cheia; de já não pingar leite para os discos; das mamas estarem moles... e da nossa piolhinha não se saciar com a minha oferta.
Num encontro de mulheres, num ambiente descontraído de convívio e partilha, três mulheres, em momentos distintos, vieram ter comigo e perguntar se não dava mama. Aquelas vozes fizeram eco em mim e despertaram-me para o meu comportamento apático, derrotista, e quase inconsciente a respeito.
Eu estava a dar o biberão sem oferecer antes a mama. Realmente a minha parteira tinha razão... ter a lata de leite artificial em casa é perigoso. É mesmo. Com muita facilidade se abre a tampa e coloca-se o pó mágico na água. E que bom é ver o bebé regalado! E, deste modo, quase mágico, pode-se viver com uma venda nos olhos, que nos vai a cada instante afastando mais e mais do nosso alvo.
Sim, não é tarde. Vou agarra com unhas e dentes este desafio. E é isso que estou a fazer. E porquê? Porque sou teimosa. Graças a Deus!
Estava agora a limpar o chão da cozinha e saltou-me da caixa de memórias aquele dia em que a minha professora da Primária acabou com o meu sonho. Ela perguntou o que queríamos ser. Eu disse-lhe "Brasileira." Eu acho que ela referia-se às profissões. Mas para mim, que via todas as telenovelas brasileiras que havia na época, acompanhando a ala feminina da família... para mim, ser brasileira era uma espécie de estatuto que se adquiria. Na verdade, estou para aqui a filosofar, mas não sei por que razão misturei as duas coisas: nacionalidade e profissão.
Rapidamente tinha o meu sonho destruído. E não era pelo facto da professora me explicar que uma nacionalidade não era uma profissão. E que talvez fosse melhor eu pensar noutra coisa. Não! Foi destruído, porque ela pintou-me o lado negro do quadro. Falou da pobreza, da criminalidade... Pronto! Assim não queria. Queria o lado colorido e divertido da coisa, tal e qual aparecia nas telenovelas. Queria ser assim sofisticada como a Christiane Torloni, entrando nossa casa dentro todos os dias depois do telejornal. Queria ser elegante, alegre, feminina, ter empregadas. muita roupa...
Hoje, ao limpar o chão da cozinha lembrei-me deste dia... eu sentada na carteira lá da ponta, na primeira fila, voltada para o quadro, ou melhor dizendo, para a parede ao lado do quadro preto, onde estava uma colagem, imitando um detalhe do Primavera do Botticelli... e a professora Armanda junto à janela, levantada, em cima de um pequeno estrado, com calma e serenidade derrubando cada tijolo da minha linda ilusão.
Rapidamente tinha o meu sonho destruído. E não era pelo facto da professora me explicar que uma nacionalidade não era uma profissão. E que talvez fosse melhor eu pensar noutra coisa. Não! Foi destruído, porque ela pintou-me o lado negro do quadro. Falou da pobreza, da criminalidade... Pronto! Assim não queria. Queria o lado colorido e divertido da coisa, tal e qual aparecia nas telenovelas. Queria ser assim sofisticada como a Christiane Torloni, entrando nossa casa dentro todos os dias depois do telejornal. Queria ser elegante, alegre, feminina, ter empregadas. muita roupa...
Hoje, ao limpar o chão da cozinha lembrei-me deste dia... eu sentada na carteira lá da ponta, na primeira fila, voltada para o quadro, ou melhor dizendo, para a parede ao lado do quadro preto, onde estava uma colagem, imitando um detalhe do Primavera do Botticelli... e a professora Armanda junto à janela, levantada, em cima de um pequeno estrado, com calma e serenidade derrubando cada tijolo da minha linda ilusão.
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| Foto: Ana Filipa Oliveira/2016 |
Desculpa, filho, das vezes que saíste à rua com uma t-shirt quase acima do umbigo. Desculpa, filho, das vezes que foste para a escola com uns boxers dois números abaixo do teu. Desculpa, filho, das vezes que vestiste umas calças por remendar. Desculpa, filho, dos ténis apertados que te feriu os pés no andebol. Desculpa, filho, das meias a desfazerem-se. Desculpa, filho, dos pijamas acima das canelas, muito acima. Desculpa, filho, da roupa por passar. Desculpa, filho, das unhas não cortadas. Desculpa, filho, dos dentes não inspeccionados. Desculpa, filho, do cabelo que cresceu para lá da conta. Desculpa, filho, de não te ter ensinado que a primeira coisa que se faz quando se acorda é lavar a cara. Desculpa, filho, das vezes que te dei batata frita no lugar de dar brócolos cozidos. Desculpa, filho, das vezes que te deixei horas a fio a jogar consola invés de ir fazer uma actividade contigo. Desculpa, filho. E prometo que vou cuidar muito melhor de mim. Só assim saberei cuidar de ti. Desculpa, filho, de ser a mãe imperfeita que sou. Desculpa, filho.
Podia focar-me naquilo que não atingi, mas prefiro colocar os meus olhos naquilo que consegui.
Fiquei feliz comigo mesma por ontem ter ido jantar fora com amigos e ter escolhido um prato de salada no lugar de me entupir de carne, batatas fritas e afins. Normalmente era coisa que eu não faria. Gosto muito do entrecosto grelhado à americana. E tenho sempre aquela sensação que salada é algo pouco saboroso e muito caro para o peso que tem. São apenas umas folhas de alface e outras verduras. No entanto ontem mudei totalmente de ideia. Comi uma salada com pedaços de frango. Estava delicioso. E não fiquei com fome, senti-me leve e refrescada. Quando como o dito entrecosto, saio com o estômago cheio - a abarrotar, com uma moleza no corpo e com calor. E no final não comi sobremesa, como de certo faria noutra altura. E a verdade é que nem senti falta.
Também me alegro por ter trocado o meu eterno pequeno almoço de pão e leite com café, por aveia: papas de aveia, panqueca de aveia, mexida de aveia... Fotos e receitas no Instagram. Pensei que ia demorar muito a fazer, que não ia ser nada saboroso e que não era capaz de deixar o meu pequeno almoço que tanto gostava. Pois tem sido uma descoberta muito agradável. Tenho comido sempre com banana e canela, mas pretendo variar. Acho que a variedade é amiga da vida saudável.
Outro motivo de contentamento foi a caminhada de mais de meia hora que fiz empurrando o carrinho da Mariana. Habitualmente estou sempre cansada e desmotivada para fazer exercício físico, aliás para entrar em movimento... mas no dia em que parecia que estava mais cheio de actividades é que ainda me puxou para fazer a caminhada. Eu começo a desconfiar que quando entramos em movimento, isso gera mais movimento e a nossa vontade de nos mantermos no ritmo vai-se auto alimentando. Soube-me bem. É para repetir. Tenho de dizer adeus à preguiça.
E é passo a passo que quero rumar até ao dia 30.
Fiquei feliz comigo mesma por ontem ter ido jantar fora com amigos e ter escolhido um prato de salada no lugar de me entupir de carne, batatas fritas e afins. Normalmente era coisa que eu não faria. Gosto muito do entrecosto grelhado à americana. E tenho sempre aquela sensação que salada é algo pouco saboroso e muito caro para o peso que tem. São apenas umas folhas de alface e outras verduras. No entanto ontem mudei totalmente de ideia. Comi uma salada com pedaços de frango. Estava delicioso. E não fiquei com fome, senti-me leve e refrescada. Quando como o dito entrecosto, saio com o estômago cheio - a abarrotar, com uma moleza no corpo e com calor. E no final não comi sobremesa, como de certo faria noutra altura. E a verdade é que nem senti falta.
Também me alegro por ter trocado o meu eterno pequeno almoço de pão e leite com café, por aveia: papas de aveia, panqueca de aveia, mexida de aveia... Fotos e receitas no Instagram. Pensei que ia demorar muito a fazer, que não ia ser nada saboroso e que não era capaz de deixar o meu pequeno almoço que tanto gostava. Pois tem sido uma descoberta muito agradável. Tenho comido sempre com banana e canela, mas pretendo variar. Acho que a variedade é amiga da vida saudável.
Outro motivo de contentamento foi a caminhada de mais de meia hora que fiz empurrando o carrinho da Mariana. Habitualmente estou sempre cansada e desmotivada para fazer exercício físico, aliás para entrar em movimento... mas no dia em que parecia que estava mais cheio de actividades é que ainda me puxou para fazer a caminhada. Eu começo a desconfiar que quando entramos em movimento, isso gera mais movimento e a nossa vontade de nos mantermos no ritmo vai-se auto alimentando. Soube-me bem. É para repetir. Tenho de dizer adeus à preguiça.
E é passo a passo que quero rumar até ao dia 30.
Tantas vezes que quis emagrecer. Tantas histórias que posso contar acerca de peripécias a propósito do tema. Por exemplo aquela vez que entrei na sala do ginásio preparadíssima para a minha suportável aula de Pilates. E quando começo a aterrar (com os meus pensamentos, claro), olho ao meu redor e vejo pessoas que não eram habituais frequentadoras daquela modalidade, e com uns fatos um pouco mais "fashion"... a professora a falar de zonas que íamos trabalhar que não era normal... e depois, quando a música começou, tudo se esclareceu... fui enganada. Trocaram as aulas e eu não soube. Como sou fraca para desistir, e já estávamos a iniciar a aula, fiz POWER BOP... não dei o braço a torcer, sobretudo ao meu "sabotador interno", que me queria levar a pegar nas coisas e sair da sala, ou fazer menos exercícios do que as outras... fartei-me de soar e gemer... foi uma semana com dores intensas e uma segunda com ligeiras. E no final era um misto: dor e alegria, por ter conseguido. Mas nunca mais voltei.
Hoje dou início a uma nova experiência. Quero que ela seja transformadora. Chama-se Desafio Pós-Parto Fit. Mas começo mal: não fiz exercício físico. Acredito que não conte subir e descer as escadas até ao quarto andar com o ovo, a bebé dentro do ovo, a mala da bebé, a mala da mãe da bebé... ou levar o saco do lixo carregadíssimo de detritos e fraldas cheias de chichi. Acredito que pegar na bebé ao colo e andar a fazer as coisas de casa com ela também não conte. Mas mesmo assim... estou cansada e suada. Resta alegrar-me, porque não ataquei a caixa dos doces, o pacote de batatas fritas e não comi a salsicha com o puré de batata que estava no frigorífico.
Hoje dou início a uma nova experiência. Quero que ela seja transformadora. Chama-se Desafio Pós-Parto Fit. Mas começo mal: não fiz exercício físico. Acredito que não conte subir e descer as escadas até ao quarto andar com o ovo, a bebé dentro do ovo, a mala da bebé, a mala da mãe da bebé... ou levar o saco do lixo carregadíssimo de detritos e fraldas cheias de chichi. Acredito que pegar na bebé ao colo e andar a fazer as coisas de casa com ela também não conte. Mas mesmo assim... estou cansada e suada. Resta alegrar-me, porque não ataquei a caixa dos doces, o pacote de batatas fritas e não comi a salsicha com o puré de batata que estava no frigorífico.
Para sairmos da nossa zona de conforto, a técnica passo a passo é das melhores. Ser lançada aos lobos, ou empurrada em água fria, pelo menos para mim, traz-me revolta, e não uma experiência pacífica e gratificante. Por isso, passo a passo. O primeiro foi para dar uma volta no bairro. Primeiro saímos com o carrinho, mas começou a chover, depressa voltámos para casa. Quando voltou a abrir, fomos de sling. (Parece que alguém está à espreita!)
Hoje estou a pensar em ir visitar uma amiga na cidade mais próxima. O tempo por aqui está chuvoso e cinzentão, por isso não dá para passeios longos na rua. Mas passo a passo vamos desabrochar para a vida.
Hoje é dia de comemoração. É a festa do primeiro mês de vida da Mariana.
Apesar de normalmente ter facilidade em escrever, já escrevi e apaguei as linhas deste post inúmeras vezes. Há tanto para dizer, mas não encontro o princípio e o fim, o mais importante e o menos importante... poderia falar da casa que deixou de ter a ordem que tinha. Poderia falar das noites mal dormidas e do cansaço diurno. Poderia falar dos sobressaltos dos pequenos barulhos, dos movimentos mais descoordenados... da nossa Princesa. Poderia falar das vindas da parteira a casa para a ver ou das nossas idas ao médico. Poderia falar da indescritível sensação de a ter nos nossos braços. Poderia falar do maravilhoso que é vê-la tão relaxada a dormir. Poderia falar da alegria do mano e da sua relação com ela. Poderia falar de tanta tanta coisa, mas nada era completo, nada era redondo, ao ponto de revelar aquilo que foi este mês, que está a ser a nossa vida. E, na soma das coisas, é isso: estamos a celebrar a Vida: a dela, a nossa e aquela que misteriosamente flui até e através de todos nós.
Os nossos pintainhos crescem. De repente, o Guilherme já acabou a escola primária. É lugar comum, mas o tempo voa. Quando nos damos conta, já temos um miúdo na puberdade. Sim, que ele diz ter lido num livro que já se encontra nessa fase. Agora, vivo entre fraldas e equações.
No outro dia diz-me, com o seu ar conhecedor e convicto: "Mãe, não posso usar roupa justa!" e, claro que lhe pergunto pela razão: "Porque os meus músculos precisam de espaço para crescer!" Os músculos não digo, mas que o corpo todo tem crescido, isso não tenho dúvida.
Quando o abraço, fico com a sensação que em breve estará do meu tamanho. Não faltará muito. Ok, está bem, também não sou das pessoas mais altas... mas assim!? Já!? De repente?! E nesse abraço, sinto o corpo maciço, forte, robusto... as feições de criança a desaparecer e dar lugar às de um homenzinho...
Agora há que preparar a nova fase. Eu lembro-me quando mudei para a escola preparatória. Tudo parecia enorme ao meu olhar de iniciante. Lembro-me de estarmos em fila, encostados à parede, prontos para sair de um dos pavilhões... e uma trupe barulhenta, e alta, a entrar... passando por nós como gigantes em acção. E deu um medozinho no estômago...
E preparar a nova fase não é prepará-lo só a ele. Também temos de nos preparar, pois novos desafios nos esperam. E como equipa queremos vencê-los.
As saudades de voltar a escrever falaram mais alto do que os obstáculos que me têm feito ficar longe da partilha do meu dia a dia, das minhas experiências e perspectivas acerca do que sou, do que me rodeia...
Sinto uma lufada de ar fresco a entrar na minha vida. Quero a liberdade de ser quem sou e viver isso intensamente, sem abrigos, nem refúgios.
Contem com as minhas palavras, os meus testemunhos, as minhas aventuras... acredito que a vida tem muito mais sentido quando partilhada, quando transparente... não pretendo ser exemplo para ninguém, pois sou tão imperfeita como qualquer um... mas creio que por vezes um outro olhar, uma nova perspectiva sobre uma situação ou tema, pode mudar muita coisa nas nossas vidas. Se as guardarmos para nós mesmos, então não produzem frutos. Quero ser uma figueira que dê figos! Não para minha glória, mas para o bem comum.
Não faço promessas. Mas tenho o desejo de escrever diariamente. Sinto que a escrita, quando não treinada, enferruja. Quero escrever de novo com leveza, com a capacidade de brincar com as palavras... porque me faz bem à alma, por me conecta com o outro, esse outro que está agora a ler este texto, que posso conhecer ou ainda não... mas com o qual, de alguma forma, estou ligada... na rede que a internet é, mas sobretudo na rede que a humanidade tece em conjunto.
Sinto uma lufada de ar fresco a entrar na minha vida. Quero a liberdade de ser quem sou e viver isso intensamente, sem abrigos, nem refúgios.
Contem com as minhas palavras, os meus testemunhos, as minhas aventuras... acredito que a vida tem muito mais sentido quando partilhada, quando transparente... não pretendo ser exemplo para ninguém, pois sou tão imperfeita como qualquer um... mas creio que por vezes um outro olhar, uma nova perspectiva sobre uma situação ou tema, pode mudar muita coisa nas nossas vidas. Se as guardarmos para nós mesmos, então não produzem frutos. Quero ser uma figueira que dê figos! Não para minha glória, mas para o bem comum.
Não faço promessas. Mas tenho o desejo de escrever diariamente. Sinto que a escrita, quando não treinada, enferruja. Quero escrever de novo com leveza, com a capacidade de brincar com as palavras... porque me faz bem à alma, por me conecta com o outro, esse outro que está agora a ler este texto, que posso conhecer ou ainda não... mas com o qual, de alguma forma, estou ligada... na rede que a internet é, mas sobretudo na rede que a humanidade tece em conjunto.
De vez em quando ainda passo a mão pela barriga, onde durante nove meses habitou este pequeno ser que tenho nos braços... como procurando-o ainda dentro de mim, e esquecendo-me que já nao é só meu.
Essa barriga que foi o seu ninho e o nosso lugar de esconderijo. Só eu e ela, a Mariana. Mas agora somos eu, ela e muitos.
Aos poucos esse seu veículo começa a perder a forma com que a transportou e volta a ser apenas uma barriga... aquela que já trouxe ao mundo, por duas vezes, renovação das nossas vidas... emoções, espírito, mente e corpo.
Essa barriga que foi o seu ninho e o nosso lugar de esconderijo. Só eu e ela, a Mariana. Mas agora somos eu, ela e muitos.
Aos poucos esse seu veículo começa a perder a forma com que a transportou e volta a ser apenas uma barriga... aquela que já trouxe ao mundo, por duas vezes, renovação das nossas vidas... emoções, espírito, mente e corpo.
| Foto: Ana Filipa Oliveira / 2016 |
Este reinício de actividade como blogger levou-me a pesquisar um pouco sobre o actual estado da blogosfera. Foi no meio dessa procura, por conhecer melhor o que se faz nos dias de hoje nesse universo, que encontrei a Sofia Tudela. A Sofia é a autora do blog Words of Sophie. Espreita para que possas tu própria conhecê-la.
Depois de percorrer várias mensagens, e visitar cantos e recantos da sua casa virtual, entrei em contacto com ela. Se a Sofia, pela idade, foi jovem; pelo seu carácter foi sincera, directa, afirmativa e justa no modo como lidou comigo. Gosto de pessoas assim!
Foi ela que deu nova cara a A Mulher do 31. Sempre disponível para ouvir as sugestões e pedidos, rapidamente fez este trabalho, que merece, quanto a mim, elogios. Estou certa que se precisares de algo no âmbito de design, ela estará receptiva para mais um desafio. Contacta-a!
Depois de percorrer várias mensagens, e visitar cantos e recantos da sua casa virtual, entrei em contacto com ela. Se a Sofia, pela idade, foi jovem; pelo seu carácter foi sincera, directa, afirmativa e justa no modo como lidou comigo. Gosto de pessoas assim!
Foi ela que deu nova cara a A Mulher do 31. Sempre disponível para ouvir as sugestões e pedidos, rapidamente fez este trabalho, que merece, quanto a mim, elogios. Estou certa que se precisares de algo no âmbito de design, ela estará receptiva para mais um desafio. Contacta-a!
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| by Sofia Tudela |
Para alguns é beber uma taça de café, para outros é comer uma taça de gelado, comer um KitKat ou um Twix, fazer uma viagem de bicicleta, passar uns dias num parque de campismo, ou talvez partir numa viagem de avião para longe, ou ficar por perto e simplesmente esticar as pernas, ler um livro, estar com os amigos... O que é - para ti - fazer uma pausa?
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| Foto: Ana Filipa Oliveira/2016 |
O problema nas pausas é que por vezes podem ser longas demais e perdermos nelas. Por isso, aqui está já o segundo post deste (re-)início de blog, para ganhar ritmo, e não ter uma break muito longa, longa demais.







