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| Foto: pujolskitchen.com/ |
Está frio. Com este tempo apetece coisas quentes, que nos aqueçam o estômago e a alma. Recordo-me bem da minha mãe, de vez em quando, fazer uma papinha de farinha maisena com canela e limão. Como não tenho esse produto à mão, fui procurar algo que se assemelhasse. E encontrei uma delícia sem ovos, nem glúten. E quem for intolerante à lactose, pode substituir o leite de vaca por outro tipo ou mesmo por água.
Esta receita ainda pode ser comida fria, ou quente; como prato principal, ou como sobremesa. A imaginação ditará o resto... eu fiz esta versão e que bom!
(Para 2 a 3 porções)
Ingredientes:
350 ml de água
350 ml de leite
6 colheres (sopa) de farinha de milho
2 colheres (sopa) de açúcar
2 colher (sobremesa) de margarina
1 pau de canela
casca de um limão
Preparação:
Misture a farinha de milho com a água, numa tigela e coloque de lado.
Num tacho leve ao lume o leite, a casca de um limão e o pau de canela.
Quando o leite estiver quente, junte a mistura de farinha de milho que tinha guardado.
Mexa sem parar até ferver e engrossar.
Por fim, acrescente o açúcar e a margarina. Continue a mexer durante mais uns cinco minutos.
Para servir, lembre-se de retirar as cascas de limão e o pau de canela.
Por cima, coloquei raspas de coco e sementes de chia. Mas pode espalhar pó de canela, ou açúcar em pó, ou juntar frutos secos...
Esta receita ainda pode ser comida fria, ou quente; como prato principal, ou como sobremesa. A imaginação ditará o resto... eu fiz esta versão e que bom!
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
(Para 2 a 3 porções)
Ingredientes:
350 ml de água
350 ml de leite
6 colheres (sopa) de farinha de milho
2 colheres (sopa) de açúcar
2 colher (sobremesa) de margarina
1 pau de canela
casca de um limão
Preparação:
Misture a farinha de milho com a água, numa tigela e coloque de lado.
Num tacho leve ao lume o leite, a casca de um limão e o pau de canela.
Quando o leite estiver quente, junte a mistura de farinha de milho que tinha guardado.
Mexa sem parar até ferver e engrossar.
Por fim, acrescente o açúcar e a margarina. Continue a mexer durante mais uns cinco minutos.
Para servir, lembre-se de retirar as cascas de limão e o pau de canela.
Por cima, coloquei raspas de coco e sementes de chia. Mas pode espalhar pó de canela, ou açúcar em pó, ou juntar frutos secos...
Meter os pés em Nova Iorque e ver aqueles sítios que só se vê (ou eu só vi ainda) no cinema ou nas notícias é para mim o topo das coisas incríveis, e aparentemente impossíveis, que poderei alguma vez fazer. Londres também faz parte da lista, mas com maior probabilidade de se tornar real a médio prazo. Os países nórdicos faziam parte também deste ranking, mas no verão de 2015 passou a fazer parte das "coisas impossíveis que o deixaram de ser". Mas há mais... correr! Correr é para mim algo inexplicavelmente difícil, porém se alguma vez (ou melhor, quando) vier a concretizá-lo, isso reverter-se-à numa crença positiva para mim: posso tudo.
Este ano dedico-me a reeducar-me em termos de alimentação e de actividade física. E ao fazer os meus planos, lembrei-me de uma amiga que tinha andado a preparar-se para uma corrida, e que a realizou. O que para mim é sinal de valentia! Pensei que poderíamos - para o ano - fazer essa mesma corrida juntas. Mas ela conhece bem esta frase: se esperarmos até estarmos prontos, então iremos esperar o resto das nossas vidas. E lançou-me o desafio de ir já em Março.
Seria muito heróico da minha parte ter aceite... mas fica mesmo para 2018. Os nossos objectivos devem ser realistas. Não consigo, com uma bebé e sem a família por perto, ou amigos que possam ficar com a bebé, preparar-me para a corrida. Além disso nunca corri para além dos cinco minutos desde que acabei o Secundário e com ele as aulas de Educação Física. Não faço qualquer exercício físico desde que engravidei da Mariana, isto em 2015. Bem, podem ser apenas desculpas, é certo. E pode ser que espere o resto da minha vida... ou em 2018 tornar o impossível real.
Este ano dedico-me a reeducar-me em termos de alimentação e de actividade física. E ao fazer os meus planos, lembrei-me de uma amiga que tinha andado a preparar-se para uma corrida, e que a realizou. O que para mim é sinal de valentia! Pensei que poderíamos - para o ano - fazer essa mesma corrida juntas. Mas ela conhece bem esta frase: se esperarmos até estarmos prontos, então iremos esperar o resto das nossas vidas. E lançou-me o desafio de ir já em Março.
Seria muito heróico da minha parte ter aceite... mas fica mesmo para 2018. Os nossos objectivos devem ser realistas. Não consigo, com uma bebé e sem a família por perto, ou amigos que possam ficar com a bebé, preparar-me para a corrida. Além disso nunca corri para além dos cinco minutos desde que acabei o Secundário e com ele as aulas de Educação Física. Não faço qualquer exercício físico desde que engravidei da Mariana, isto em 2015. Bem, podem ser apenas desculpas, é certo. E pode ser que espere o resto da minha vida... ou em 2018 tornar o impossível real.
Dia 23 deste mês - daqui a pouco, portanto - começa um excelente curso online gratuito do Coursera. Trata-se de cinco semanas de aprendizagem sobre desenhar o nosso plano pessoal de perder peso.
Sou fã desta plataforma e participante há anos. Inicialmente todos os cursos disponíveis eram gratuitos. Agora quase todos têm a possibilidade de serem gratuitos (sem certificado) ou pagos (com certificado e alguns com créditos para o plano académico). O melhor é que são cursos de entidades credíveis e estão estruturados de um modo muito eficaz para o aluno poder entender e progredir. Ah, e se antes era tudo em inglês, agora já há em várias línguas.
Ao longo destas cinco semanas eu (e tu, se alinhares!) vou dedicar-me a:
Este curso da universidade Case Western Reserve acaba dia 27 de Fevereiro. Julgo tratar-se já da segunda edição. ´Bora lá!?
Sou fã desta plataforma e participante há anos. Inicialmente todos os cursos disponíveis eram gratuitos. Agora quase todos têm a possibilidade de serem gratuitos (sem certificado) ou pagos (com certificado e alguns com créditos para o plano académico). O melhor é que são cursos de entidades credíveis e estão estruturados de um modo muito eficaz para o aluno poder entender e progredir. Ah, e se antes era tudo em inglês, agora já há em várias línguas.
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| Foto: crunchadeal.com |
Ao longo destas cinco semanas eu (e tu, se alinhares!) vou dedicar-me a:
- estabelecer objectivos na perda de peso
- criar um plano de exercícios
- aprofundar os conhecimentos acerca de nutrição
- aprender a fazer uma lista de compras e a ler rótulos
- aprender como comer fora
- identificar apoio e a realizar o meu próprio monitoramento
- identificar os gatilhos ambientais que me afastam da vida saudável
- prevenir uma hipotética recaída
- planear para manter-me no plano
Este curso da universidade Case Western Reserve acaba dia 27 de Fevereiro. Julgo tratar-se já da segunda edição. ´Bora lá!?
Existem imensas App para telemóvel; para qualquer gosto, desejo, preferência e afim. Mas para quem quer dar pequenos passos para ser mais feliz e saudável existe uma especial. É sobre ela que escrevo hoje.
Foi-me dada a conhecer por uma amiga. E tornou-se um pequeno presente para mim. Sou o tipo de pessoa que acha que há sempre espaço para mudança, para evolução, para crescimento... mas mesmo assim existem campos que tenho dificuldade em dar a volta... um deles já referi na partilha de ontem - Mexe esse traseiro: actividade física... mas as escolhas saudáveis em termos de comida também se juntam ao grupo. Por isso tudo e muito mais esta aplicação tornou-se fixa no meu telemóvel.
Através dela somos inspirados a mudar questões pessoais como mais movimento, melhores hábitos alimentares, novas posturas perante a vida... e a mudar passo a passo, porque para atingir um objectivo são necessárias várias micro acções. E mantermo-nos na caminhada... com folgo para chegar ao fim. Por vezes dou comigo num dia a fazer meia hora de bicicleta (o que para mim é muito) e depois demoro semanas até voltar a meter-me em cima dela. Talvez fosse melhor pelo menos 2 minutos diários do que 30, assim, sem mais nem porquê.
Com esta aplicação somos desafiados a ter temas do dia, da semana e mais longos, como 21 dias. Aliás 21 dias é indicado como o tempo necessário para criar um novo hábito. Com a repetição diária da acção acabamos por enraizá-la no nosso quotidiano e quando damos por ela, já faz parte de nós.
Escrevo-vos, portanto, acerca da plataforma YOU. Encontramo-nos lá?
Foi-me dada a conhecer por uma amiga. E tornou-se um pequeno presente para mim. Sou o tipo de pessoa que acha que há sempre espaço para mudança, para evolução, para crescimento... mas mesmo assim existem campos que tenho dificuldade em dar a volta... um deles já referi na partilha de ontem - Mexe esse traseiro: actividade física... mas as escolhas saudáveis em termos de comida também se juntam ao grupo. Por isso tudo e muito mais esta aplicação tornou-se fixa no meu telemóvel.
Através dela somos inspirados a mudar questões pessoais como mais movimento, melhores hábitos alimentares, novas posturas perante a vida... e a mudar passo a passo, porque para atingir um objectivo são necessárias várias micro acções. E mantermo-nos na caminhada... com folgo para chegar ao fim. Por vezes dou comigo num dia a fazer meia hora de bicicleta (o que para mim é muito) e depois demoro semanas até voltar a meter-me em cima dela. Talvez fosse melhor pelo menos 2 minutos diários do que 30, assim, sem mais nem porquê.
Com esta aplicação somos desafiados a ter temas do dia, da semana e mais longos, como 21 dias. Aliás 21 dias é indicado como o tempo necessário para criar um novo hábito. Com a repetição diária da acção acabamos por enraizá-la no nosso quotidiano e quando damos por ela, já faz parte de nós.
Escrevo-vos, portanto, acerca da plataforma YOU. Encontramo-nos lá?
Aqui fica a receita deste Rei das mesas portuguesas no Natal... (a que uso, e aqui publico, faz parte do livro base da Bimby, mas é completamente adaptável.)
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
Ingredientes:
- 70 gr. açúcar
- casca de 1 laranja e de 1 limão (sem a parte branca)
- 130 gr. leite
- 70 gr. manteiga
- 3 gemas
- 40 gr. fermento padeiro (ou 1 saqueta de fermento seco)
- 20 gr. sumo de laranja
- 400 gr. a 450 gr. farinha com fermento (previamente pesada)
- 1 pitada de sal
Preparação:
- Coloque o açúcar no copo bem seco e pulverize 15 seg., vel.9.
- Junte as cascas dos citrinos através do bucal do copo e rale uns segundos na vel. 5.
- Adicione o leite e a manteiga e programe 30 seg., temp. 37°, vel. 6 e a seguir 30 seg., vel. 9 sem temperatura.
- Reduza para a vel. 3 e junte as gemas, o fermento e o sumo de laranja, misturando durante uns segundos.
- Deite a farinha pouco a pouco na vel. 3 através do bucal do copo e só no fim a pitada de sal; aumente para a vel. 9 durante 30 seg.
- Programe 3 mim., vel. espiga e verifique se o conteúdo forma uma bola que nao fique agarrada às paredes do copo. Se nao for o caso, pare a Bimby, polvilhe as paredes do copo com um pouco de farinha e volte a amassar na mesma velocidade.
- Deixe repousar a massa dentro do copo até esta levantar o copinho. Logo que isto aconteça, pressione a massa com as mãos de forma a que o volume baixe e volte a programar 15seg., vel. 9 e 1 min., vel. espiga.
- Retire a massa do copo, amasse com as mãos até formar uma bola lisa, polvilhando a mesma com farinha. Dê-lhe uma forma de uma rosca e coloque-a num tabuleiro previamente untado. Pincele a massa com gema de ovo e decore a seu gosto (frutas cristalizadas, secas). Pode também fazer montinhos de açúcar humidificado.
- Deixe que a massa dobre de volume e a seguir coloque no forno pré-aquecido a 180° durante 20 min.
... sem estes e outros tantos.
Na Alemanha é uma tradição fazer-se biscoitos no final de Novembro para ter em casa e para dar. A primeira vez que contactei com esta "cultura do biscoito em tempo de Natal" foi através de uma amiga que vive há longos anos cá. Ela convidou-me, a mim e mais algumas amigas, para fazermos biscoitos juntas. Cada uma levava a sua massa já pronta ou semi-pronta, e depois colocávamos no forno. No final cada uma ficava com uma porção dos diferentes tipos de biscoitos. Era um momento de convívio, bem ao espírito da época.
O Guilherme, por sua vez, no infantário e na escola primária também tinha essa actividade. Numa das vezes foi especial: foram a um lar de idosos fazer com eles os biscoitos de Natal. Muito lindo! Deram-nos fotos desse momento, muito ternurentas! Gerações juntas é sempre fascinante e tem tudo a ver com a festa da família.
Portanto, actualmente esta tradição já faz parte do nosso Natal... ou preparação para ele.(Estes na foto foram de uma fornada na nossa casa.)
Quando era pequena não gostava de comer Bolo Rei, ou melhor, gostava de o comer se a minha mãe retirasse as frutas cristalizadas. Quando trabalhei para a Vorwerk (agente Bimby) aprendi a fazer Bolo Rei. E sempre que o faço, não me decepciono. Ah, e já como o Bolo Rei com tudo o que ele tem.
(Ai está na foto uma das minhas obras!)
Os Natais da minha infância foram passados na Beira Baixa. Todas as noites de consoada, o ritual era o mesmo: fritar ao lume (lareira) as filhoses amassadas nessa tarde. Era um serão que eu vivia entre adultos: a minha mãe, a minha tia, a minha avó e, com sorte, o meu avô. Por isso estas filhoses são mais do que as próprias filhoses... são pedaços da minha história, são gatilhos para as minhas memórias... quando comemorámos o primeiro Natal em terras alemãs tentei replicar essas filhoses, mas saíram mais coscorões do que as filhoses da Beira Baixa. Mas no Natal seguinte foi bem conseguido. O chato da coisa é que fui que comi praticamente tudo. Ups!
Não faziam parte dos meus Natais até que eles começaram a ter presente os sabores do Norte. Também a Aletria e as Rabanadas entraram no menu natalício.
Este não precisa de apresentações. É tradição! Primeiramente era eu que não gostava de bacalhau, até vir para a Alemanha e todos os sabores portugueses ganharem outro significado. Depois foi o Guilherme que começou a dizer que não gostava. Mas agora já come. E já sabe que Natal é sinal de "comer Bacalhau"... pelo menos na nossa casa.
Biscoitos
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
O Guilherme, por sua vez, no infantário e na escola primária também tinha essa actividade. Numa das vezes foi especial: foram a um lar de idosos fazer com eles os biscoitos de Natal. Muito lindo! Deram-nos fotos desse momento, muito ternurentas! Gerações juntas é sempre fascinante e tem tudo a ver com a festa da família.
Portanto, actualmente esta tradição já faz parte do nosso Natal... ou preparação para ele.(Estes na foto foram de uma fornada na nossa casa.)
Bolo Rei
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
Quando era pequena não gostava de comer Bolo Rei, ou melhor, gostava de o comer se a minha mãe retirasse as frutas cristalizadas. Quando trabalhei para a Vorwerk (agente Bimby) aprendi a fazer Bolo Rei. E sempre que o faço, não me decepciono. Ah, e já como o Bolo Rei com tudo o que ele tem.
(Ai está na foto uma das minhas obras!)
Filhoses
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
Sonhos
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
Bacalhau
| Foto: Ana Filipa Oliveira |
Qual é o teu top de "sem estes não é Natal"?
Deixa-o nos comentários. E tem um óptimo Natal.
Ontem foi o último dia do Desafio Pós-Parto Fit. 30 dias dedicados à alimentação saudável e ao exercício físico. Seria. Mas no meu caso... ups! Confesso, aqui entre nós, que não me consegui focar a 100% neste desafio. Contudo estes 30 dias serviram para me despertar a consciência para tais áreas, tão importantes nas nossas vidas. O melhor é que não acaba aqui. Prossegue! Quem quiser embarcar na aventura, não precisa de ter dado à luz há pouco tempo, basta querer ter uma vida mais saudável.
Algo que eu gostaria que fizesse parte da minha vida é a vontade indomável de correr. Admiro aquelas pessoas que faça chuva ou faça sol, seja de dia ou de noite, nada é desculpa para uma boa corrida. Fico fascinada com o desejo diário que têm de correr. E parecem tão felizes quando o fazem.
Houve um tempo que dizia que não corria porque não tinha o soutien certo. Depois que tinha o soutien, precisava de um suporte para o telemóvel. E lembram-se daquele relógio que contava os passos? Pois é, teve mesmo que ser devolvido.
Agora ando na fase de coleccionar imagens inspiradoras da internet, daquelas que circulam no Facebook. "Ó mulher, quando é que metes os pés a caminho?" Aiiiii Aquilo que estou a fazer (eu sei!) é a adiar, adiar, adiar... caramba! A nossa mente é mesmo um campo de batalha, não acham?
Algo que eu gostaria que fizesse parte da minha vida é a vontade indomável de correr. Admiro aquelas pessoas que faça chuva ou faça sol, seja de dia ou de noite, nada é desculpa para uma boa corrida. Fico fascinada com o desejo diário que têm de correr. E parecem tão felizes quando o fazem.
Houve um tempo que dizia que não corria porque não tinha o soutien certo. Depois que tinha o soutien, precisava de um suporte para o telemóvel. E lembram-se daquele relógio que contava os passos? Pois é, teve mesmo que ser devolvido.
Agora ando na fase de coleccionar imagens inspiradoras da internet, daquelas que circulam no Facebook. "Ó mulher, quando é que metes os pés a caminho?" Aiiiii Aquilo que estou a fazer (eu sei!) é a adiar, adiar, adiar... caramba! A nossa mente é mesmo um campo de batalha, não acham?
Recebi uma mensagem de uma leitora. Fiquei estupefacta! Parece, então, que não escrevo apenas para mim. Que bom! Muito simpaticamente partilhou comigo que existe um serviço - também online - muito bom para quem quer emagrecer. Ora espreitem o perfil do Diário de uma Dietista. Pelo que me explicou as consultas online ajudam na reeducação alimentar e, segundo a sua experiência, tem funcionado. Sozinha era um processo difícil e assim já perdeu 6 quilos desde Junho. E o melhor é que sublinhou que isso acontece sem fome e um plano que a deixa satisfeita. Quem não quer? Fiquei tentada.













